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Dividendos deixam você mais pobre (ou menos rico) em empresas boas!

TL;DR: em empresas com P>VPA e portanto ROE>earnings yield, como é o caso da maioria das empresas boas, você terá mais patrimônio com ela retendo lucros e reinvestindo e menos patrimônio recebendo dividendos e comprando mais ações dela.
Se alguém de vocês já leu as letters do Buffet, leu o seguinte na carta de 1992: "the best business to own is one that over an extended period can employ large amounts of incremental capital at very high rates of return."
Essa frase inspirou a simulação do tópico.
Vamos partir de três empresas boas com ROE de 15% cada uma, sem dívidas, cada uma atuando dentro de uma franchise*, ou seja, com vantagem competitiva durável e possibilidade de reinvestir dentro de core business ou negócios adjacentes na mesma taxa de retorno (ou seja, patrimônio adicional aufere mesmo ROE). Em resumo: empresas BOAS, cujo destino vai ser alterado só pelo payout. Todas com histórico até hoje parecido, mais de 5 anos de lucros consistentes, setores comparáveis, small caps com amplo espaço para crescer e negociadas nos seguintes parâmetros: LPA 0,375, P/L 14, VPA 2,5, Preço por ação 5,25 (parâmetros aleatórios consistentes com qualquer empresa da bolsa). Então cada uma coloca um compromisso diferente no estatuto:
Você pode até imaginar que são empresas idênticas, a mesma empresa com mesmo nome e produtos, apenas em 3 universos paralelos, em cada universo tiveram uma política diferente de dividendos. Tudo nelas é idêntico, o sucesso delas vai ser o mesmo (cada real retido na empresa vai retornar o mesmo ROE em termos de incremento de lucro).
Você tem R$5.250 para comprar mil ações de alguma delas e segurar por 30 anos, qual compra? Qual delas vai ter maior retorno após 30 anos - considerando reinvestimento de dividendos para as que pagarem? Será que é tudo igual se reinvestir os dividendos? Quem é caçador de investimentos voa direto na de 6,8% de yield igual mosca buscando esterco, mas termina como?
Segue o resultado final.
Segue a evolução ao longo do tempo.
A conclusão é óbvia: o pagamento de dividendos fez os acionistas de B e C mais pobres em relação à A. Quem caçar dividendos vai se agarrar na empresa C e perder dinheiro.
São exatamente as mesmas empresas. Mesmos parâmetros iniciais e mesmo sucesso no reinvestimento do lucro, a única diferença é a taxa de retenção e reinvestimento do lucro no próprio negócio. A empresa A, que reteve e reinvestiu todo o lucro entregou 66x o capital, típica empresa de crescimento. Já a empresa B que pagou quase tudo em dividendos entregou 9x mesmo usando a totalidade dos dividendos para comprar mais ações.
Por que isso aconteceu com as empresas? O acionista da Empresa C terminou com mais de 7 mil ações dela, mas de uma empresa com LPA de apenas 0,47 pois não havia capital para investir na expansão dos negócios. Já o acionista da Empresa A terminou com as mesmas 1000 ações, mas com LPA de 24,83 pois reinvestiu no negócio.
O reinvestimento dos dividendos entrega menos valor que a simples retenção primária na empresa pois é raro uma empresa boa ser listada com P/VPA de 1 ou menos, e qualquer múltiplo maior que 1 significa que receber dividendos e comprar mais ações será desvantajoso frente à empresa reter e reinvestir diretamente. Claro que alguém pode garimpar algum exemplo de empresa boa que em algum momento não esteve negociada assim, tanto faz, em 99% do tempo vão ter essa característica e a mensagem se mantém. E eu ainda fui bem conservador nos múltiplos, na prática quanto melhor for a empresa mais os dividendos vão te deixar pobre pois os múltiplos na prática são mais esticados que os do exercício, o que aumentaria a diferença. Ou seja: quanto melhor a empresa, mais a retenção do lucro vai ser vantajosa e o dividendo vai ser desvantajoso.
Vou repetir para quem não leu direito: quanto melhor for a empresa mais os dividendos vão te deixar pobre.
E se depois de 30 anos todas começam a pagar 90% de payout (A e B atingem maturidade)? Segue o resultado de renda passiva anual que cada uma daria com payout de 90%:
Dividendos significam menos dividendos futuros.
Ou seja, quem ficou caçando dividendos terminou com menos renda de dividendos. Isso já é fenômeno conhecido em análise de empresas de crescimento. Essa é a cereja do bolo: se o seu objetivo é maximizar dividendos, não fique caçando dividendos. Empresas boas de crescimento terminam pagando mais dividendos em sua maturidade.
Segue a memória de cálculo para fins de referência: https://i.imgur.com/l8KbzkZ.png
A empresa C poderia alavancar com dívida para crescer mesmo com payout alto? Poderia. Mas para manter a comparação justa, fazendo a mesma alavancagem nas outras duas empresas vai fazer a C perder da mesma forma pois o total de reinvestimento próprio + terceiros ainda seria menor na empresa C. O exercício é sem dívida e sem inflação para simplificar o exemplo, mas pode colocar dívida e inflação no meio que haverá o mesmo resultado. Pode fazer a cotação ser uma senóide em volta de preço junto que vai ser o mesmo resultado. Pode considerar teste de sensitividade para diversos cenários de juros afetando valuation que vai ser o mesmo resultado. A empresa que retém todo o lucro e reinveste com alto retorno vai entregar mais retorno ao acionista que outra que, ceteris paribus, paga muitos dividendos.
Isso não é invenção minha, já é conhecimento difundido. Eu apenas fiz um exemplo ilustrado e um título chamativo mas verdadeiro. Sempre dizemos que dividendos tanto faz, na verdade é até pior: em empresas boas dividendos te deixam mais pobre que não-dividendos se a empresa podia reter e reinvestir.
Sempre que uma empresa paga dividendos, seja por razão real de negócios como não ter projetos de investimento atrativos, ou por uma razão externa aos negócios como acordo de acionistas ou controlador quebrado exigindo dividendos (lembram da OI? Eletrobrás?), ela estará gerando menos valor ao acionista que o best business to own que retém TUDO e reinveste. E ainda falando em Buffet: a Berkshire Hathaway foi uma máquina de fazer milionários justamente por ser uma máquina de reter capital e reinvestir bem. Se pagasse dividendos não teria nem perto o crescimento histórico que obteve.
Isso não é difícil de verificar no mundo real como acontece. Quantos de vocês já trabalharam em setor financeiro ou consultoria em alguma empresa real? Quem já teve qualquer contato com as aprovações de investimentos para o ano seguinte sabe que é comum ver TIRs acima de 20%, sejam em projetos pequenos como o retrofit de uma máquina, sejam em projetos grandes como nova fábrica, nova linha de produtos, comprar um concorrente, etc. A questão é: as opções de investimento atrativo em uma empresa costumam ser maiores e com melhor retorno que as opções que um pequeno investidor vai ter diante de si no mercado de capitais, e a empresa só deve pagar dividendos caso tenha excesso de caixa e não tenha nenhum projeto atrativo na relação risco-retorno para o presente ou no horizonte próximo.
"Aaaaaaaaah mas não pode usar mesmo P/L em todas", tudo bem, tanto faz, não muda nada. Se botar P/L 40 para A, 15 para B e 10 para C os ganhos finais resultam em A 66x, B 23x, C 19x. A mensagem se mantém. Mesmo com dividend yield de 9,5% nesse caso a empresa que paga mais dividendos ainda retorna menos de 1/3 que a empresa A.
E quem precisar de fluxo de caixa? Fazer vendas mensais da empresa A desde o primeiro período, no mesmo valor líquido (após IR) dos dividendos da empresa C (ou seja, entregando mesmo fluxo de caixa líquido para o investidor usufruir) mesmo assim termina com mais patrimônio no longo prazo. Só fica atrás nos anos iniciais.
Mas então por que existe a tara por dividendos? Simples: por motivos históricos e viés psicológico.
  1. Motivos históricos mundiais: no passado os balanços das empresas não eram exatamente confiáveis, as auditorias não eram exatamente precisas e o dividendo era a única materialização confiável do direito econômico do acionista. Junto com o lucro contábil dos últimos 10, 15 ou 20 anos era sempre observado também o dividendo por ação, que para uma empresa ser considerada boa devia ser pago todos os anos, em quantidades crescentes. Já fazem algumas décadas (mais nos EUA, menos no BR) que não é necessário se agarrar a dividendos, os balanços são suficientemente confiáveis para serem usados como parâmetro. Essa tara já caiu nos EUA principalmente pela taxação de dividendos, pagar dividendo destrói valor quando comparado com recompra (e para lá nos vamos, aparentemente, no Brasil em breve).
  2. Motivos históricos no Brasil: nos '70 e '80, com inflação galopante, a análise de balanços era sempre muito mais difícil e prejudicada, e nosso mercado de capitais era um ovo, com enormes distorções. O que havia de concreto era calcular dividend yield em dólar. Por que deu certo? Justamente por época de grande incerteza e mercado de pouca liquidez haviam enormes distorções, era comum pegar empresas com 20%+ de yield em dólar, distorções que não existem mais. Eu já ouvi dinossauros da bolsa me falando em yields de 20% e achava que era história de pescador, só acreditei depois de ler o livro do Décio Bazin que mostra justamente isso (livro recomendado a todos, peça de história do mercado de capitais nacional).
  3. Viés psicológico: o dividendo é fácil de visualizar, ele está na sua conta, aumenta seu saldo. Você acha que ganhou alguma coisa. É o clássico "o que se vê". O lucro retido e reinvestido não tem uma fácil visualização como essa e nem aumenta o saldo da sua conta aqui e agora, é "o que não se vê", mas aumenta seu patrimônio futuro na medida em que os projetos nos quais a empresa investiu vão dando resultado.
Finalizo comentando que, como o próprio Buffet comenta na letter de 1992, empresas capazes de empregar quantidades crescentes de capital com alta taxa de retorno são raras. O mais comum são as empresas de alto retorno acabarem precisando de pouco capital (ou se não pouco, menos do que geram sozinhas). Porém as poucas que conseguem isso são as que entregam 50, 100, até 1000x no longo prazo. A melhor forma de ter elas na carteira é tendo uma carteira diversificada, não tentar adivinhar nada.
AVISO AOS BURROS: não é pra se deslumbrar com isso e considerar que payout correto é 0,00%. Se a manada 1 corre atrás de dividendos, não seja a manada 2 que quer ir contra mas termina perdendo mais ainda. Dividendos não são ruins nem bons per se. A empresa reter e investir com sucesso gera mais valor - mas isso pode não ser possível para aquela empresa naquele momento. A decisão correta depende da gestão. Se não há projetos - de todos os níveis, sejam operacionais, táticos ou estratégicos - com taxa de retorno atrativa frente aos riscos a empresa vai devolver o lucro aos acionistas na forma de dividendos e isso é o correto a fazer. Além disso algumas empresas trabalham crescimento com dívida e pagam boa parte do lucro em dividendos (ex: Taesa, Fleury, etc), também não quer dizer ser necessariamente ruim nem bom, se a empresa não tiver projetos nos quais aplicar o capital adicional que a retenção traria (além do que já investiu com alavancagem) então está correto pagar, caso contrário está destruindo valor. O resumo é: invista em empresas boas em cuja gestão você confie, dessa forma não importa se pagar ou não dividendos, você ao se tornar sONcio aceita que estão tomando a melhor decisão naquele momento.
* há teorias que indicam que crescimento fora de franchise, fora de vantagem competitiva durável, é meramente empilhar capital portanto sem valor econômico real, por isso do exemplo usar essa condição.
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A escolha do favor de Sansa: o caso de Sor Byron, o Bonito ( Parte 1)

“Quem pediria o favor de uma bastarda?
Harry, se ele tiver a sabedoria que os deuses deram para um ganso... mas não dê para ele. Escolha algum outro galante. Você não quer parecer muito ansiosa.” (TWOW, Alayne I)
Tal é o conselho que Mindinho da para Sansa Stark, agindo como sua filha bastarda Alayne Stone, quando ela se encontra com ele nos Portões da Lua depois da chegada do seu prometido Harry, o Herdeiro. Não é a orientação habitual que alguém pensaria que um pai daria para sua filha, mas este não é um relacionamento tradicional de pai/filha e Petyr não é um mentor ordinário. Enquanto ele não especifica o “galante” que Sansa deveria entregar seu favor, o raciocínio dele é claro: ele quer que ela encante e provoque Harry, mas ainda mantendo alguma aparência de preferência absoluta, para assim manter o Jovem Falcão encantado e interessado. Quando mais tarde ela dança com Harry no banquete pré-torneio, nós vemos que Alayne aceitou as palavras do pai no coração; ela está decididamente mais ousada e brincalhona com Harry, questionando ele sobre suas crianças bastardas, suas mães, e fazendo comentários bem sugestivos sobre ela ser toda a “pimenta” que ele vai querer. O infeliz Harry, previsivelmente em transe, pede pelo favor de Alayne, mas ela nega pra ele dizendo “Você não. Está prometido... para outro”.
Quem será esse “outro” tem intrigado o fandom desde o lançamento da amostra do capítulo há cinco anos. O capítulo não contem maiores revelações ou cenas dramáticas, mas este final age como certo cliffhanger, criando expectativas nos leitores de que o favor de Alayne terá um considerável significado narrativo. Ao escolher seu cavaleiro, nós sabemos que Alayne tem muitas opções, como Martin nos dá a litania de potenciais escolhas da lista de parceiros de dança no banquete, e, não esqueçamos, a conversa com dois personagens imprevisíveis que ela teve mais cedo naquele dia: Sor Shadrich de Vale Sombrio e Sor Lyn Corbray de Lar do Coração. Enquanto Sor Lyn continua sendo um candidato viável, por mais volátil e arriscado que ele seja, podemos excluir Sor Shadrich por enquanto, pois ele diz a Alayne e Myranda que não pretende competir no torneio.
É claro, os leitores sabem que o Rato Louco tem procurado pela Sansa Stark por um bom tempo, finalmente integrado nos serviços de Mindinho como cavaleiro andante ao lado de outros dois, e conhecendo Sansa depois que ela partiu do Ninho da Águia em seu capítulo final de AFFC. Como as conversas no pátio de treino revelam, Sor Shadrich agora sabe que a filha bastarda do Lorde Protetor é realmente a garota Stark desaparecida, e enquanto seu propósito anunciado fosse ganhar a recompensa pelo retorno dela para Porto Real, os leitores ainda estão incertos sobre suas verdadeiras motivações e o que ele irá decidir com essa descoberta. O favor de Sansa, operando neste viveiro fervente de tensões crescentes e subterfúgios, não é mais relevante como um mero gesto de cortesia, mas agora é uma potencial mudança de estratégia nos jogos por um jogador emergente.
Assim, qual cavaleiro seria a melhor decisão estratégica, tanto da perspectiva de Sansa (estando atenta ao crescimento de seu personagem) e de uma consideração mais ampla dos desenvolvimentos da trama envolvendo outros personagens e eventos? Essas questão nos leva seriamente a considerar Sor Byron o Bonito, o cavaleiro andante que nós vemos primeiramente como um do trio de homens que Mindinho contrata para seus serviços no fim de AFFC.
Para começar, uma pequena confissão é necessária: Esta teoria deve seu desenvolvimento à minha frustração em tentar descobrir a verdadeira identidade de Sor Byron, já que estou trabalhando a partir do pressuposto de que Sor Morgarth e Sor Shadrich estão operando sob falsos pretextos no que se refere às suas verdadeiras identidades / propósitos em vir para o Vale de Arryn. Já sabemos que Sor Shadrich está escondendo o fato de que estava procurando por Sansa, mas será que ele também poderia ser outra pessoa, ainda uma figura desconhecida que tem seus próprios motivos nessa busca? Uma teoria popular no fandom sugere que ele é Howland Reed, mas isso está fora do escopo de nossa investigação por enquanto. Com relação a Sor Morgarth, uma de nossas teorias “malucas” aqui em Pawn to Player alega que ele é realmente o Irmão Mais Velho da Ilha Quieta. Faz sentido narrativo, portanto, que Byron também não seja quem aparenta ser, e certamente não está lá para prestar serviço leal ao Senhor Protetor.
Um aspecto importante dessa teoria é que esses cavaleiros andantes parecem estar trabalhando juntos. Com a exceção do momento em que Sansa encontra Shadrich sozinho no pátio no capítulo liberado de TWOW, Martin reforça a imagem de três homens como uma unidade desde a primeira aparição deles no solar de Mindinho até a última aparição deles dançando com Alayne no banquete:
Exatamente como Petyr prometera, os jovens cavaleiros se amontoavam ao redor dela, disputando seu favor . Depois de Ben veio Andrew Tollett, o belo Sor Byron, Sor Morgarth do nariz vermelho, e Sor Shadrich, o Rato Louco. (TWOW, Alayne I)
Em particular, Martin parece querer que nos concentremos em suas aparências, quase como se houvesse pistas a serem discernidas dessas descrições. Isso ecoa nossa primeira introdução a eles em AFFC, quando os leitores deveriam reconhecer imediatamente o astuto Sor Shadrich:
Alayne o abraçou obedientemente e lhe deu um beijo na face.
– Lamento incomodar, pai. Ninguém me disse que tinha companhia.
– Você nunca incomoda, querida. Estava agora mesmo contando a esses bons cavaleiros como minha filha é atenciosa.
– Atenciosa e bela – disse um jovem e elegante cavaleiro, cuja espessa cabeleira loira caía em cascata até bem depois dos ombros.
– Sim – disse o segundo cavaleiro, um indivíduo entroncado com uma espessa barba salpicada de branco, nariz vermelho, proeminente e com veias rebentadas, e mãos nodosas, grandes como presuntos. – Não mencionou essa parte, senhor.
– Eu faria o mesmo se ela fosse minha filha – disse o último cavaleiro, um homem baixo e seco, com um sorriso sardônico, nariz pontiagudo e hirsutos cabelos cor de laranja. – Especialmente perto de homens grosseiros como nós.
Alayne riu.
– São grosseiros? – disse, brincando. – Ora, e eu que os tomei por galantes cavaleiros. (AFFC, Alayne II)
Deixando de lado seus atributos físicos por enquanto, devemos também prestar atenção em como suas respostas "coordenadas" e preparadas para a chegada de Alayne parecem ser. Não há hesitação ou demora. Um após o outro, cada um constrói a afirmação do outro, terminando com o comentário sugestivo de Shadrich sobre "grosseiros como nós". O que temos é uma impressão singular dos três cavaleiros, apesar de suas descrições variadas, levando a uma conclusão razoável de que eles decidiram combinar seus esforços e recursos para um objetivo comum. Se o objetivo é simplesmente sequestrar Sansa e devolvê-la ao cativeiro em KL como Shadrich fez Brienne acreditar, então a presença do Irmão Mais Velho como Morgarth certamente prejudicaria esse empreendimento. Além disso, embora Shadrich tenha se oferecido para dividir sua recompensa com Brienne, a exigência de dividi-la em três partes pareceria menos do que ideal, para não falar do risco de envolver tipos mercenários não confiáveis ​​que poderiam tentar roubar Sansa e ganhar o resgate total por si mesmos. Não somos informados dos detalhes de como exatamente eles foram contratados por LF em Vila Gaivota, mas que todos os três parecem confortáveis ​​na companhia um do outro é notável e sugere algum tipo de familiaridade ou conexão anterior.
Sor Byron, pela própria natureza de como Martin o descreve, é o mais fácil de ignorar, especialmente à luz das experiências de Sansa, que a ensinaram que exteriores dourados e belos muitas vezes podem ser enganosos, e que é muito melhor julgar alguém em seu caráter e ações. O fato da aparência de Byron lembrar um típico Lannister é provavelmente uma escolha autoral deliberada, destacando como Sansa não está mais cega ou mesmo atraída por esse ideal de beleza - que lhe causou considerável sofrimento e dor. Mas o que fazemos com Byron e por que ele está incluído neste grupo de potenciais ajudantes de Sansa se neste estágio de desenvolvimento dela ele parece ser evidentemente o cara errado? Ao tentar descobrir sua identidade, eu rapidamente percebi que poderia ser mais benéfico se concentrar no papel específico que ele poderia desempenhar na trama e é aí que a ideia de ele ser aquele a receber o favor de Alayne tomou forma.
A partir do momento em que conhece Alayne, Byron desempenha o papel do cavaleiro arrojado, elogiando sua aparência e beijando sua mão ao sair da sala. Ela o descreve como "elegante" e "jovem" e, mais tarde, no banquete, como "bonito". Não há sentido, no entanto, que o interesse de Alayne em Sor Byron vá além de sua apreciação do fato de que ele foi contratado para reforçar a guarda de LF nos Portões. Então, por que ela o escolheria para usar seu favor de todas as outras opções disponíveis? A razão mais óbvia é que ele é a escolha perfeita para atingir seu objetivo aparente de deixar Harry, o Herdeiro, com ciúmes, como LF a aconselha a fazer durante a conversa nas caves. Por conta própria, Sansa poderia dar seu favor a alguém como Sor Wallace, filho de Anya Waynwood, por quem ela claramente tem empatia e procura salvar do constrangimento quando ele dança com ela no banquete. Ou outra escolha poderia ter sido Sor Lyn Corbray, a quem ela aprecia como um lutador cruel e certamente deixará sua marca no torneio. Que Sor Lyn Corbray pode não ser mais leal a seu pai é algo que desperta a curiosidade de Alayne, um conhecimento potencial que ela poderia explorar no futuro. No entanto, Sor Wallace e Sor Lyn provavelmente não deixarão Harry com ciúmes, já que o primeiro é alguém com quem ele cresceu durante toda a vida, que é estranho e tímido, enquanto o último é conhecido por não se interessar pelos encantos das mulheres , e cuja seleção só pode servir para disparar os alarmes de LF. Byron, com sua notável boa aparência, porte elegante e modos corteses é o cavaleiro ideal para fazer Harry se sentir irritantemente inseguro. Depois de sua rápida conversa com Harry no banquete, Sansa soube ainda melhor do que antes que ele é um tipo superficial, que valoriza a aparência acima de tudo pela maneira como fala sobre seus amantes e, ao mesmo tempo, alguém que é bastante fácil de manipular. Sua primeira impressão de Harry é reveladora:
Sor Harrold Hardyng era um futuro senhor em cada centímetro; proporcional e bonito, aprumado como uma lança, duro de músculo. Homens com idade suficiente para terem conhecido Jon Arryn em sua juventude diziam que Sor Harrold tinha sua aparência, ela sabia. Ele tinha um tufo de cabelo loiro-areia, olhos azuis pálidos, nariz aquilino. Joffrey também era gracioso , ela lembrou a si mesma . Um monstro gracioso, é isso o que ele era. O pequeno Lorde Tyrion era mais gentil, mesmo retorcido. (TWOW, Alayne I)
Ainda não vimos nenhuma evidência de que Harry é um "monstro atraente"da mesma forma que Joffrey, mas a comparação é significativa. Isso ressalta o tema de aparência versus realidade que percorre o arco de Sansa e enfatiza a ironia de Byron ser o único a receber seu favor neste momento. Ao contrário da Sansa de antigamente, que se derreteu pelo Cavaleiro das Flores durante o Torneio da Mão, esta Sansa poderia escolher um cavaleiro valente para um propósito totalmente diferente, usando seu favor não como uma declaração decorativa de afeto, mas como uma isca deliberada. Isso se alinha perfeitamente com o papel secreto em que Sor Byron já poderia estar envolvido, e torna não apenas Harry, mas também Petyr Baelish, como as figuras enganadas. A escolha de Sor Byron uniria a relevância desses misteriosos cavaleiros errantes e apresentaria uma oportunidade para Sansa descobrir seu verdadeiro propósito. Até agora, os três parecem estar se mantendo discretos, mas os comentários de Sor Shadrich a Sansa no pátio sugerem que ele está planejando agir em breve. A escolha de Sor Byron, apesar de Sansa não ter conhecimento do que eles planejam ainda, pode ser vista como uma bênção simbólica de sua missão clandestina. Também expande o espectro da influência que ela tem exercido desde o planejamento até a execução do torneio dos cavaleiros alados.
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Análise do time: Em defesa do Luxemburgo (texto longo)

Sempre que outro time troca de técnico, nós adoramos divagar sobre a falta de paciência do brasileiro, imediatismo, como é impossível ter um projeto no país porque não se tem continuidade. Mas quando nosso time cai de desempenho, não pensamos duas vezes antes de querer chutar o técnico. Demitir jogador é muito caro, contratos possuem multas e geralmente muito mais altas que a do técnico, pra nos proteger de investidas externas de outros clubes querendo contratar na base do dinheiro. Também, quando um time não está bem em campo, raramente podemos apontar um ou dois culpados entre os jogadores, sempre são vários, logo, é mais fácil trocar uma peça só que tenha chance de mudar o panorama do time: o técnico. Por isso, ao longo dos anos, vemos diretores e presidentes de clubes colocando a culpa no técnico pra se safar gastando menos, a mídia cai na onda, a torcida cresce ouvindo isso e aprende.
Não tem problema xingar no twitter que o time não tá jogando bem. NÃO ESTÁ! Não tem problema eu e você acharmos que o Luxa é culpado de tudo. (NÃO É!) Meu objetivo aqui é tentar dar a chance para que alguns de nós esfriem a cabeça e tentem pensar como um diretor de clube a tomar uma decisão. (Algo que aparentemente nem mesmo nosso presidente faz, haja vista a quantidade de técnicos que tivemos nesses anos ricos de Crefisa)
Vou traçar um paralelo com um clube europeu parecido conosco, no sentido de glórias do passado e dificuldades do presente (quem quiser pular, o paralelo estará em itálico): O Liverpool.
Ele não é o clube mais rico da Inglaterra. O time não vinha de boas campanhas, seu maior craque estava prestes a se aposentar, seus rivais viviam fases incrivelmente vencedoras, com times milionários. Qual foi a solução? Pragmatismo. Os diretores usaram um modelo matemático para escolher o técnico, ao estilo do que foi feito no Red Sox logo antes de vencerem três World Series (eventos contados no filme Moneyball, que recomendo). Escolheram o técnico Jurgen Klopp e falaram pra ele: "Você terá tranquilidade e liberdade por três anos pra provar seu valor."
O Liverpool quase não tinha dinheiro pra contratar, metade do banco era da base (familiar?). Na sua primeira temporada no Liverpool acabou o inglês em oitavo lugar, perdeu na Copa da Liga pro Stoke City em casa, perdeu na final da Europa League (o que seria o primeiro de três vice-campeonatos antes de levantar o primeiro caneco). Isso foi em 2015. O primeiro título de Klopp pelo Liverpool foi a Champions do ano passado, 2019. Ele ficou os três anos prometidos sem ganhar NADA, mas os diretores se mantiveram pragmáticos, acreditaram no progresso a longo prazo e renovaram seu contrato. Hoje saíram de uma fila de trinta anos no campeonato inglês e muitos bradam que Klopp é o melhor técnico do mundo.
De volta ao Palmeiras, vamos analisar os fatores influenciadores externos:
Quem são os titulares absolutos no nosso time? Weverton, Marcos Rocha, Gustavo Gomes, Felipe Melo, Matias Viña, Luis Adriano. Desses, metade teve problema com lesão e Gustavo teve problema com contrato (que também não tem a ver com o Luxa).
Outras peças: Patrick de Paula e Gabriel Menino ainda oscilam muito e cometem erros bobos. William, que era um dos destaques do time, por alguma razão não está mais rendendo. Ramirez, Bruno Henrique, Lucas Lima, Gustavo Scarpa, Rafael Veiga e Zé Rafael são jogadores de salário alto que também nunca rendem o esperado. Rony, o novato, se mostrou limitado tecnicamente e ter a velocidade como ÚNICA característica. No banco, Mayke e Diogo não são confiáveis, que faz com que o time sinta dramaticamente a falta dos seus laterais titulares. A zaga também, o nível de Luan e Vitor Hugo infelizmente está muito abaixo de Felipe e Gustavo. Quais as outras opções do meio pra frente? Mais garotos da base.
Desde a volta da pandemia, o Luxa usou escalações diferentes praticamente em todos os jogos, sendo que na final ele montou o time só pra ganhar do Corinthians. No Brasileirão, tivemos três jogos:
  1. Empate com Fluminense: Luxa foi a campo com Veiga e Zé Rafael no meio pra dar mais ofensividade. Não deu certo, saíram dois volantes e entraram Lucas Lima e William, ainda não ajudou. Acabamos tomando o empate numa bola escorada na área que resultou num chute desviado.
  2. Empate com Goiás: Luxa tentou repetir o meio da final com Ramirez e os dois meninos pra tentar apostar no entrosamento e movimentação. Quando não funcionou, colocou Lucas no meio e trocou os pontas por jogadores mais agudos e velozes. Tomamos gol de falta por baixo da barreira.
  3. Vitória sobre o Athlético: Mais um meia titular pra tentar empurrar o time pra frente. Mais uma vez colocando mais atacantes e mais meias. Dessa vez pelo menos a defesa não teve uma noite infeliz.
O que você faria diferente? Você acha que o Luxa não está tentando alternativas diferentes todo jogo? O próprio técnico disse em entrevista que brigou com os jogadores porque eles estão deixando a intensidade cair após fazerem o gol. Na transmissão dá pra ouvir o Luxa mandando os jogadores avançarem a linha de marcação o tempo todo.
Imagina o seu chefe te dar uma tarefa a ser executada com uma ferramenta que não funciona sempre e querer colocar a culpa em você por não executar direito.
O Luxa já provou que manteve seu brio em relação a jogos decisivos. Taticamente ele está de mãos atadas por jogadores incompetentes e displicentes. Eu acredito que ele continua sendo a pessoa certa pra dar jeito nesse time. Se trocarmos de técnico esse ano, estaremos fadados a mais duas ou três temporadas de jogos ruins, porque estamos presos a um elenco estrelado de jogadores que não rendem. Com Roger e companhia, o time estava bem armado taticamente e abria as pernas nas decisões. O que vocês preferem?
TLDR: A culpa é dos jogadores e não do Luxa. O Luxa é a melhor opção que temos no mercado pela identificação com clube, o cacife pra lidar com jogador mimado e o poder de crescer em jogos importantes.
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Basicão de investimentos para dummies

O que é o mercado? Mercado são todos os agentes que participam da produção e troca de bens ou serviços. São as pessoas físicas (trabalhadores, consumidores, rentistas, empresários) ou jurídicas (empresas de produção, de comércio, de serviços ou financeiras).
O que é o mercado financeiro? É a parte do mercado restrita à circulação de dinheiro. É o "comércio de dinheiro" (empréstimos e investimentos).
O que é investimento? É quando um portador de dinheiro coloca seu dinheiro em alguma atividade, esperando tê-lo de volta em maior quantidade.
O que são investimentos financeiros? São investimentos nos quais o portador do dinheiro não participa diretamente da atividade econômica feita com o mesmo, limitando-se a colocá-lo na guarda de outros (emprestando ou investindo).
Qual a diferença entre empréstimo e investimento direto? No empréstimo, o tomador é obrigado a devolver a quantia em data futura, acrescida dos juros combinados, independente de qualquer coisa. No investimento direto, o credor assume solidariamente com o tomador os riscos da atividade na qual o dinheiro foi empregado, podendo ter lucros ou prejuízos.
TIPOS DE INVESTIMENTOS
Ações: são "pedaços" de uma empresa. Quem compra uma ação se torna proprietário de uma parte da empresa.
Ação ordinária: ação que garante ao portador participação e voto no conselho administrativo da empresa, mas caso a empresa seja liquidada, ele receberá sua parte por último, do que sobrar (se sobrar);
Ação preferencial: ação que não dá ao portador participação e voto no conselho administrativo da empresa, mas lhe dá prioridade na hora de receber sua parte, caso a empresa seja liquidada
Pra que serve investir em ações? Pra obter dividendos (parte do lucro da empresa), caso a ação seja de grande monta, ou para especular (vendê-la por um preço maior depois), Embora quem especule com ações compra "opções", não as ações em si. Opções são derivativos atrelados à cotação de ações (vide a definição de "derivativos" adiante).
Debêntures: investir em debêntures é o mesmo que "emprestar dinheiro a uma empresa". Debênture não é ação, a empresa é obrigada a pagá-lo na data acertada independente de qualquer coisa;
CDB (certificado de depósito bancário): investir em CDB é o mesmo que "emprestar dinheiro a um banco". Bancos maiores costumam pagar juros menores, bancos menores costumam pagar juros maiores.
LTN (letras do tesouro nacional): investir em LTN é o mesmo que "emprestar dinheiro ao governo".
LCI (letras de crédito imobiliário): investir em LCI é o mesmo que "emprestar dinheiro a compradores de imóveis". É intermediado por algum banco.
LCA (letras de crédito agrário): investir em LCA é o mesmo que "emprestar dinheiro a agropecuaristas". É intermediado por um banco também.
LCI, LCA e LTN são livres de impostos e possuem um seguro chamado FGC (fundo garantidor de crédito), que garante restituir 250 mil reais por CPF caso a instituição intermediadora entre em falência e não consiga pagá-las ao investidor.
CDB paga imposto regressivo (quanto mais tempo o dinheiro fica investido, menos imposto paga).
Fundos de Investimento: são contratos nos quais o investidor deixa seu dinheiro em mãos de corretores profissionais, que o movimentam e investem como acharem melhor, com o objetivo de fazê-lo aumentar. Existem muitos tipos de fundos de investimento, desde os mais seguros (os corretores só investem em coisas de baixo risco, porém baixo retorno, como CDB e letras) até os mais arriscados (os corretores investem em coisas de alto risco, porém alto retorno, como ações e derivativos*), passando pelos de risco moderado (Multimercados**). Esses fundos cobram uma comissão para os corretores, uma taxa de administração e impostos. Por exigirem trabalho contínuo dos corretores (que colocam e retiram o dinheiro a depender das conjunturas do mercado), cobram essas taxas.
*Derivativos: são contratos atrelados a algum índice qualquer, como dólar, ouro, inflação, selic. É como se fosse um jogo: um cara que quer dinheiro lhe oferece pagar a quantia que o dólaouro/IPCA/selic variar, aí você aceita, podendo se dar bem ou mal.
*Multimercados**: são fundos de investimento que mexem com vários tipos de aplicação ao mesmo tempo (ações, CDB, derivativos, etc) com o intuito de equilibrar os riscos e retornos.
SELIC: de forma simples seria a taxa de juros que o banco central cobra aos demais bancos pelo dinheiro que estes últimos pegam emprestado. É a menor taxa de juros praticada em todo o mercado. Todas as demais são derivadas dela. Complicando um pouco mais, SELIC é uma meta que o BC determina para os juros interbancários (cobrados pelos bancos entre si). O BC manipula a oferta de títulos públicos (que os bancos usam como garantia de empréstimos entre si) e o depósito compulsório (fração do dinheiro depositado nos bancos que eles devem obrigatoriamente depositar no BC) para a essa meta seja atingida.
CDI (certificado de depósito interbancário): é a taxa que os bancos cobram uns aos outros quando fazem empréstimos entre si. Ela é a SELIC mais alguma coisa que no momento não lembro, mas são bem próximas em valores.
Por que a CDI é importante? A maioria dos retornos prometidos pelos bancos e financeiras são expressos em "% da CDI". O Banco Bradesco oferece LCA com 80% da CDI, já a XP Investimentos oferece LCA com até 115% do CDI de retorno.
USANDO O QUE VOCÊ APRENDEU
Aumento da SELIC é bom ou ruim? É bom para um governo endividado porque atrai mais investidor querendo emprestar dinheiro a ele. É bom pra combater a inflação, porque torna os financiamentos mais caros e portanto reduz a demanda global por bens e serviços, fazendo os preços caírem. É ruim para o PIB e o emprego, pois torna os financiamentos e empréstimos mais caros, aí as empresas terão menos capital de giro, empregarão menos, venderão menos também porque os juros estão altos, o PIB cai e o desemprego sobe.
Aumento do dólar é bom ou ruim? É bom para os exportadores, pois deixa seus produtos mais competitivos (baratos) no mercado externo, aí conseguem aumentar suas vendas, empregando mais pessoas. É ruim para empresas que dependem de insumos importados (máquinas, petróleo), pois encarece a produção. É ruim também para a inflação, pois deixa os importados mais caros.
Quando se deve investir em moeda estrangeira ou ouro? Quando se perde a confiança na moeda nacional. Isso ocorre quando o governante é inflacionista, emissor ou possivelmente caloteiro (Ex: Ciro Gomes) ou quando as exportações despencam (menos dólar entrando) ou as importações aumentam demais (mais dólar saindo).
Quando se deve investir em ações? Quando se espera que as empresas cresçam e aumentem seus lucros (mais dividendos para o investidor, mais retorno na hora de revendê-las). Isso só é possível se a economia e o emprego crescerem, o que é mais provável de ocorrer em governos que sigam melhor a ciência econômica mainstream (Ex: Meirelles, Amoedo, Alckmin, Paulo Guedes). Obviamente isso depende da empresa. Você deve correr de ações de estatais e investir em ações de empreiteiras se um governo cleptocrata assumir (Ex: PT). Você deve investir em ações de bancos privados se o governo for inflacionista (bancos lucram mais com inflação, porque tornam a especulação mais fácil, além disso a inflação força o governo a aumentar os juros pra atrair mais empréstimos, e isso é bom para os bancos). Você deve investir em ações de empresas produtivas se o governo for um seguidor da ortodoxia econômica e a economia de países compradores estiver aquecida....e por aí vai.
Quando se deve investir em LTN? Você deve procurar o país que seja o mais confiável possível (risco baixo de calote) e ofereça os maiores juros possíveis. Países emergentes são os mais arriscados, principalmente os governados por esquerdistas populistas (gostam de pedir empréstimo e depois se recusarem a pagar), países com contas públicas ruins (déficits altos) ou países que JÁ deram calote no passado (já perderam a moral, não custa nada fazer de novo). A Argentina é tão queimada que oferece LTN com juros de 45% e ainda tem dificuldade em se financiar, recorrendo ao FMI. Os EUA são tão confiáveis que quando Trump aumentou os juros para 2%, ocorreu uma fuga de capitais dos países emergentes para lá.
submitted by ssantorini to investimentoslivre [link] [comments]

Ajuda para comprar kit de roteadores Mesh

Boa tarde, pessoal.
Estou postando aqui pra ver se alguém pode me dar umas dicas sobre quais melhores marcas/modelos de roteadores Mesh no mercado brasileiro.
Moro em uma casa grande e bem pouco "wireless friendly", dois pavimentos, com meus pais e irmão. Sempre tivemos problemas de conexão wifi aqui, e os velhos são meio teimosos quanto a cabeamento. Nossa velocidade de internet contratada é de 100-150mb (não me lembro exatamente), e usamos muitos dispositivos ao mesmo tempo na rede, principalmente em tempos de quarentena: celulares, Alexa, Fire Stick, computadores etc.
Sendo assim, depois de muitas tentativas em vão - roteadores mais baratos, powerline, repetidores etc. - fui direcionado (nos comentários de um post aqui nesse sub mesmo) a comprar um kit Mesh.
Com um orçamento de R$900, qual vocês acham a melhor opção disponível agora? Dei uma olhada e me interessei pelo Twibi Giga, TP-Link Deco e alguns outros. De qualquer forma, gostaria de uma opinião de quem já usou ou tem relatos confiáveis de algumas dessas opções, pretendo comprar ainda esse fds.

Agradeço desde já!
submitted by velosovr to InternetBrasil [link] [comments]

Como escolher sua primeira arma para defesa residencial?

Essa é uma dúvida muito comum de quem pensa em ingressar no mundo do tiro. São tantas opções de modelo, calibre, comprimento, capacidade, etc. que a pessoa pode ficar meio perdida. Então aqui vai a minha modesta opinião. OBS: Não quer ler tudo? Então compre direto uma Glock G19.
Antes de mais nada, o foco aqui é defesa residencial. Não são armas para porte (que é proibído no país salvo raras exceções), tampouco armas para competição ou lazer. E falaremos de armas liberadas para pessoa comum, sem entrar em armas liberadas somente para CACs.
  1. Arma longa ou curta?
Muita gente defende espingardas calibre 12 para defesa residencial. A 12 é uma arma formidável, com quase 3000 joules de energia na boca do cano. Para colocar em perspectiva, um AR-15 produz quase a metade disto. A contrapartida deste enorme poder é o peso, o tamanho, que afeta desde onde você poderá guardá-la até como vai se movimentar dentro do imóvel com ela. Por outro lado, uma arma longa facilita disparos a distâncias maiores, então se você mora em um sítio ou similar, vá de 12. Mas se você mora em apartamento ou casa em zona urbana, talvez a arma curta seja a melhor opção. PS: Não recomendo outras armas longas como carabinas de repetição, não acho adequadas para o cenário proposto.
  1. Pistola ou Revolver?
Pistola. Maior capacidade de munição, maior velocidade de tiro, cada vez mais confiáveis, mais mecanismos de segurança, mais fácil de remuniciar, mais opções de compra.
  1. Qual calibre?
9mm. No passado, o melhor calibre de pistola autorizado para uso civil no Brasil era o .380, o mínimo aceitável para defesa. Com a liberação dos demais calibres, a melhor opção passa a ser o 9mm, que tem o dobro de energia de um .380 em armas que são normalmente do mesmo tamanho e capacidade de munição. Muitas das forças policiais do Brasil usam .40, mais potente do que o 9mm, mas muita gente acha o recuo da 9mm mais tolerável. O FBI, por exemplo, usava .40 e voltou para a 9mm.
  1. Qual a marca?
Você recebe pelo que você paga. Qualquer arma é melhor do que nenhuma, mas há um motivo pelo qual Glocks, SIGs custam mais do que Taurus ou Imbel. Mas se você pretende usar pouco a sua arma e ela vai passar a maior parte do tempo na sua gaveta, ou se a questão de custo é fundamental, pegue uma nacional. Apenas evite as subcompactas, que são mais apropriadas para porte. O menor tamanho faz com que elas "pulem" mais na mão, prejudicando a precisão entre disparos.
Por fim, você pode ter até 4 armas de calibres permitidos registradas em seu nome na Polícia Federal, então em caso de dúvida, sempre dá para ficar com mais de uma opção.
submitted by Andre_BR1 to ARMAS_BR [link] [comments]

Guerras de narrativas deformam a percepção comum e criam novas realidades paralelas(texto longo)

Por Licio Caetano do Rego Monteiro*
A catástrofe da pandemia do COVID-19 no Brasil parece se anunciar no horizonte próximo. Aprendendo com o que ocorreu em outros países e seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde, desde meados de março diversos estados e cidades no Brasil estabeleceram uma quarentena, que implica a suspensão das atividades não-essenciais e a redução da circulação de pessoas.
O objetivo é o já conhecido “achatamento da curva”: frear a velocidade da transmissão do vírus num contexto de livre circulação de pessoas e possibilitar que o sistema de saúde ganhe tempo para ampliar a capacidade de atendimento e hospitalização dos pacientes, evitando o colapso do sistema com a falta de leitos, de médicos e de equipamentos médicos.
Apesar de a quarentena ser defendida pela grande maioria dos especialistas e ter demonstrado seus efeitos consistentes nos diversos países que a adotaram de forma preventiva, não se conseguiu consolidá-la como um consenso social e político no Brasil.
Desde os primeiros casos surgidos no Brasil, quando o quadro na Europa começava a se agravar, o governo de Bolsonaro alterna entre minimizar os efeitos do COVID-19, acusar os chineses pela sua disseminação e, desde 20 de março, anunciar a solução para o fim de todos os males, com o remédio chamado cloroquina.
A atitude de Bolsonaro frente à epidemia sintetizou um modo próprio de se relacionar com o COVID-19 que já se anunciava de forma difusa na sociedade, com a intenção explícita de se contrapor à estratégia da quarentena e do isolamento físico da população.
Ao inaugurar uma polarização e dar legitimidade política a um dos polos, Bolsonaro produz um efeito social imediato, que se verifica no afrouxamento sucessivo do confinamento e no incentivo para que as pessoas saiam às ruas.
Mas também projeta um efeito futuro, que tem a ver com a narrativa sobre a própria epidemia.
Mesmo que a quarentena seja a estratégia mais confiável e aceita pela população, o importante na posição de Bolsonaro é promover uma cisão na maneira como a sociedade percebe a epidemia, extraindo desta polarização um efeito de longo prazo, que interdita uma percepção comum e compartilhada pelo conjunto da população.
É a plantação de uma dúvida e de uma narrativa concorrente capaz de ressignificar os fatos e neutralizar as consequências políticas que poderiam advir de uma análise sobre os problemas estruturais revelados diante da epidemia e suas causas.
Ao transformar as evidências científicas numa questão de opinião e decisão política, as recomendações de quarentena se tornam ela própria uma posição numa guerra de narrativas em que o polo oposto à quarentena é ocupado aqui pelo que vamos generalizar aqui como “cloroquina”.
“Quarentena” e “cloroquina” se tornam polos que delimitam atitudes opostas diante da epidemia.
Inaugura-se uma cismogênese que replica ou captura campos de identidade política e de comportamento social que já vem dividindo a sociedade brasileira há alguns anos.
Não bastasse encarar a maior epidemia do último século, o Brasil deve enfrentar a epidemia fragmentado em dois campos de percepção, opostos, que resultam em atitudes distintas que, além de ter um impacto direto no sucesso das estratégias adotadas no período de pico da epidemia, também afetam a interpretação futura da catástrofe epidêmica e suas consequências políticas.
E isso justamente diante de um problema que necessitaria de um esforço coletivo e multidimensional, em diversas frentes, convergindo para um objetivo comum.
Cisão cognitiva, realidades irreconhecíveis
Por que é possível que se produza uma cisão cognitiva e política na percepção da epidemia no contexto brasileiro? Alguns motivos se apresentam.
O primeiro é que não há nem haverá uma compreensão consensual que diferencie o que é (e terá sido) uma fatalidade inevitável e o que é (e terá sido) o resultado de opções políticas e técnicas.
A tendência é a de que haja uma grande subnotificação dos casos de infectados e de mortos, uma vez que muitas pessoas podem acabar sendo enterradas sem mesmo um teste que confirme a causa de sua morte.
Um estudo comparativo entre a média de mortes em cidades da Lombardia no meses de março de 2019 e 2020 indicou que a diferença era muito acentuada, sugerindo que a estimativa de mortos pelo COVID-19 estava subnotificada quando se considerava apenas os casos confirmados.
Numa situação de ausência de testes em massa, será possível esconder a causa das mortes deixando que os “cloroquinas” possam colocar em dúvida os números oficiais e estimados. A ausência de números confiáveis dificulta a própria visibilidade do fenômeno.
O segundo motivo é que mesmo que se chegue a um consenso sobre uma estimativa provável de número de mortos e de infectados, tanto a divulgação científica quanto os meios de comunicação, que poderiam vocalizar uma visão consistente e socialmente legítima, se encontram desde já sob fogo cruzado.
Pode haver números, mas os “mensageiros” serão desacreditados.
Para isso contribuem as notícias falsas sobre notificação indevida de COVID-19 como causa de morte em óbitos por outras causas, hospitais vazios e o sucesso garantido da nova droga – a cloroquina – que poderia substituir todo o esforço de confinamento social e corrida para equipar hospitais e ampliar leitos para receber pacientes por todo o país.
No caso da cloroquina, seu possível sucesso nas pesquisas clínicas fica comprometido pela confusão causada pela captura simbólica promovida por governos como o de Bolsonaro.
O terceiro motivo é que a experiência da quarentena e de seus efeitos sobre a evolução temporal da epidemia será sentida de forma diferenciada pela população de acordo com as classes sociais e com o acesso aos sistemas público e privado de saúde.
Uma reportagem da Folha de São Paulo demonstrou a diferença de oferta de leitos de UTI por 10 mil habitantes no SUS (1,04) e no setor privado (4,84). No Rio de Janeiro, por exemplo, a diferença chega a 0,97 no SUS para 8,7 no setor privado, o que significaria, lido de forma rápida, que um leito no setor privado é cerca de 9 vezes mais acessível do que no SUS.
A demanda de leitos nos epicentros da epidemia na Europa foi em média 2,4 leitos de UTI por 10 mil habitantes. Se a mesma média for mantida para o contexto brasileiro, isso significaria que o “achatamento da curva” e o colapso do atendimento médico pode ocorrer em tempos distintos no SUS e no setor privado.
Se fossem consideradas como duas populações diferentes, os que têm acesso ao setor privado e os que só têm acesso ao SUS, podemos ter uma situação em que a quarentena pode ser suficiente para preservar o setor privado e atender seus usuários, mas não conseguir frear uma catástrofe epidêmica para a grande maioria da população.
Esta última cisão – resultado da acentuada desigualdade social vigente no Brasil – é agravada pelas anteriores.
É justamente essa população mais suscetível à catástrofe epidêmica que será (já está sendo) invisibilizada tanto pelos meios de comunicação e pelas pesquisas, quanto pela própria capacidade de gerar dados confiáveis sobre o impacto da epidemia nos contextos sociais mais precários – prisões, favelas, periferias, interior, etc.
Por fim, uma última cisão se expressa nos efeitos econômicos da crise. Cabe aqui lembrar que a situação econômica no Brasil já vinha estagnada desde o ano passado e a turbulência financeira já havia se expressado de forma acentuada antes mesmo da evolução do coronavírus e da quarentena em larga escala.
Diante da situação excepcional, no entanto, o governo tem se movido para atender, em primeiro lugar, seus avalistas do mercado, atrasando todas as medidas que poderiam induzir os cidadãos mais desamparados a reforçar a quarentena.
Entre os diferentes setores da economia, a crise será sentida e remediada de forma diferente, mas a principal diferença será entre os trabalhadores, precarizados, desempregados e com renda sufocada, e os grandes empresários e banqueiros, com suas margens de lucro resguardadas pelo socorro do governo.
O governo federal emite diferentes mensagens contraditórias: o Ministério da Saúde adverte que sair de casa faz mal a saúde, o da Economia não te dá meios para ficar em casa, e o presidente diz que é melhor você sair para não passar fome.
Os governos estaduais e municipais impulsionam a quarentena, com medidas restritivas e ajudas emergenciais que só se sustentam com repasses do governo federal.
O congresso aprova uma renda básica emergencial, mas o governo federal a trata como um fardo.
As respostas mais rápidas são aquelas da própria sociedade: em todos os rincões temos notícia de ações de solidariedade dentro de comunidades levadas a cabo pela auto-organização daqueles que tem um pouco junto com os que menos tem.
Também aqui, a percepção dominante sobre quem “pagou” pela crise e pela quarentena será manipulada para que não se aponte o dedo para o sistema que mantém e acentua a exploração e a desigualdade galopantes que devem se aprofundar durante e após a epidemia.
Diante dessas cisões na produção dos dados, na difusão das notícias e resultados e na desigualdade do impacto epidemiológico e econômico da epidemia, abre-se um campo para que a interpretação dos fenômenos seja marcada pela guerra de narrativas, com sua relativa autonomia aos dados da realidade fenomênica.
Em vez de enfrentar o problema em sua radicalidade, a opção do governo federal certamente será a de operar os mecanismos de percepção social para impedir que qualquer mudança real seja levada a cabo como resultado de uma constatação da catástrofe social revelada pela catástrofe epidêmica.
O “quarentena” e o “cloroquina” como duas atitudes opostas diante da epidemia
Aqui nos dedicamos a uma tentativa retrofuturista, considerada na acepção de interpolação do passado e futuro.
Estamos em abril de 2020 e os tempos estão embaralhados. Aqui no Brasil, vemos o que se passa nos EUA, na Itália e na Espanha com uma projeção do que pode vir a acontecer nas próximas semanas.
Vivemos um tempo de espera do pior. E muitas vezes pensamos e nos referimos à catástrofe epidêmica como se ela já estivesse acontecendo ou mesmo como se já tivesse acontecido.
Mais do que pensar, importa ver como a percepção de um futuro que ainda não aconteceu condiciona nossa atitude e disposição nas ações do presente e na preparação para enquadrar a catástrofe iminente em sistemas de referências e modelos de realidade que estão se configurando em tempo real, com suas atualizações diárias de informações e sentimentos.
O argumento aqui é o de que a cisão nas expectativas e nos modelos de apreensão das informações tem sido operada de forma intencional pelo governo federal como estratégia para evitar a conflagração de medidas eficazes e consistentes para enfrentar a epidemia e seus efeitos.
Essa cisão, no entanto, está assentada em bases sociais bem estabelecidas, que servem como matéria prima para a guerra de narrativas sobre “o que se passou” – esse futuro que ainda não passou, mas que está neutralizado de antemão.
Faço aqui uma distinção entre duas formas genéricas de se relacionar com a epidemia: o “quarentena” e o “cloroquina”. É uma simplificação, uma generalização assumida, mas que tem como objetivo exemplificar o quanto a cisão pode se manifestar na sociedade brasileira.
O “quarentena” parte do pressuposto de que tem uma responsabilidade individual na construção de um esforço coletivo para evitar a catástrofe.
Recusa-se a correr riscos mas também a ser um possível vetor, um transmissor do vírus para as pessoas mais expostas (trabalhadores de serviços essenciais) ou mais vulneráveis (idosos e grupos de risco).
Busca um leque amplo de informações, que o permite observar o que se passa em outros países, aprender as recomendações sanitárias, mudar sua rotina e procedimentos básicos de sua vida cotidiana.
Aceita os eventuais prejuízos e sacrifícios que a situação exige, seja por ter condições econômicas para se manter no período da “quarentena”, seja porque não tem outra opção diante do fato de que a “economia” não está mais rodando como estava.
Além de se vincular a iniciativas de ação solidária, seja como doador, seja como receptor, acredita que o governo deve assumir os custos necessários para garantir as várias formas de assistência emergencial para que os mais desprotegidos possam superar essa situação.
O “cloroquina” parte do pressuposto de que alguma solução farmacológica deve ser alcançada para que o ritmo “normal” de funcionamento da sociedade seja mantido.
Aceita correr riscos e não acredita que possa ser um transmissor, uma vez que minimiza os reais efeitos do coronavírus, inclusive pressupõe que exista uma inflação dos números oficiais com a finalidade de alarmar as pessoas.
Considera exageradas as medidas restritivas e sanitárias, mas cumpre quando lhe convém, ou por via das dúvidas.
Atribui à quarentena a causa dos prejuízos econômicos, seja porque teve que suspender seus negócios, seja porque não tendo outros meios para se sustentar, precisa “furar” a quarentena para garantir seus ganhos imediatos.
Tem dificuldade de lidar com uma renda básica universal, mesmo que temporária, pois acredita no valor do trabalho como distinção moral entre os que superam suas dificuldades e aqueles que se acomodam.
Acredita que o governo deveria garantir o direito de retomar as atividades.
O “quarentena” enxerga a cloroquina como uma hipótese que ainda demandaria estudos mais consistentes para que seja adotada como medicação no caso do coronavírus.
O “cloroquina” encontra nela sua tábua de salvação, que poderia justamente evitar a necessidade de uma quarentena, uma vez que se todos os pacientes se tratassem com o remédio a demanda de hospitalização e o número de óbitos diminuiriam.
O “quarentena” acredita na ciência, tanto que sabe que ela não pode trazer uma solução mágica imediata, pois demanda tempo e investimento para que as pesquisas necessárias sejam realizadas.
Enquanto isso, resta ouvir o que tem a dizer a epidemiologia e a medicina social, que também são ciências, e que estão dizendo claramente que não basta acreditar na ciência, é preciso que todo o sistema social se movimente para encarar a epidemia.
O “cloroquina” acredita que Deus vai capacitar os cientistas a descobrirem a solução, que é a cloroquina – logo, para que pesquisa, cientistas e investimento, se a resposta já está dada.
No espectro político, o “quarentena” tende a encarar com simpatia as medidas e resultados atingidos pela China no enfrentamento ao coronavírus, assimilados e difundidos pela OMS, enquanto o “cloroquina” acusa a China de ter escondido o vírus ou de estar se aproveitando economicamente da fragilidade das economias ocidentais diante da epidemia.
Quando se encontram no mercado e na farmácia, o “quarentena” está de máscara, não toca em nada e procura se afastar de tudo e todos. O “cloroquina”, por sua vez, está sem máscara, fala alto, mexe em tudo e não guarda distância.
O “cloroquina” olha para o “quarentena” como um exagerado alarmista. O “quarentena” olha o “cloroquina” de forma assustada, e o julga como um alienado egoísta.
Mas mesmo esses dois grupos não são homogêneos e estão suscetíveis a certa projeção.
O “quarentena” poder enxergar o “cloroquina” somente como o típico empresário que quer mais é tocar seus negócios, seguindo o discurso do dono da hamburgueria Madero ou o “véio da Havan”, mas não vê como a atitude do “cloroquina” está disseminada e possui uma base social ampla nos trabalhadores precarizados e informais que não possuem nenhuma forma de defesa coletiva nem resguardo financeiro.
Para estes, a “quarentena” não é uma opção e não há como esperar o governo federal.
Já o “cloroquina” tende a projetar no “quarentena” a imagem de uma classe média elitizada, com reservas econômicas, emprego garantido e meios confortáveis de ficar em casa.
Um mundo comum onde possa brotar um “nunca mais”
O exercício aqui é lançar luz sobre como a experiência social polarizada diante da catástrofe que se avizinha pode ser o antídoto para evitar qualquer mudança significativa que advenha da percepção da epidemia como um acontecimento liminar, que marque uma mudança real na maneira como nos organizamos como sociedade.
Para o “cloroquina”, não haverá isso que se chama de sociedade, mas uma coleção de indivíduos mais ou menos aptos a se adequar às novas condições de trabalho e consumo, circulação e habitação, níveis de renda e acesso aos sistemas de saúde.
Para o “quarentena”, caberia uma exigência radical de serviços públicos universais, sem a austeridade propagada pelo mercado, com políticas de renda universal e redução de desigualdades.
Pode ser que muito em breve o “quarentena” e o “cloroquina” estejam se reencontrando no hospital ou no cemitério, num inferno sartreano sem espelhos, e pudessem olhar a si mesmos na imagem refletida nos olhos do outro.
Nesse momento, seria importante que ambos olhassem do lado de fora o mesmo mundo e do lado de dentro o que realmente fizeram diante da catástrofe, que a realidade inoculasse a guerra de narrativas de uma forma inescapável.
Seria importante construir uma história comum, que possibilitasse uma compreensão da real dimensão da epidemia, de suas causas e consequências, de seus efeitos desiguais, e que pudesse esta narrativa ser a base da superação de um mundo que tornou (terá tornado) possível a catástrofe que se avizinha.
Aqui é impossível não confundir os tempos verbais. .
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A indústria de cassinos em terra no Brasil é anêmica. Clubes pequenos, apenas para membros, são os jogos de cassino online que você encontrará. Felizmente, online existem opções muito melhores. Embora não haja cassinos online licenciados diretamente pelo Brasil, há várias opções disponíveis para os cidadãos brasileiros.
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Embora o governo brasileiro não regule nenhum site de apostas on-line, atualmente ele usa um sistema de lista branca. Certos reguladores de jogos de azar on-line, como os da Ilha de Man ou Gibraltar, são formalmente declarados como confiáveis ​​pelo governo brasileiro. O governo os adiciona à Lista Branca, o que significa que qualquer cassino on-line aprovado pela operação nessa jurisdição também pode operar no Reino Unido.
É um sistema em que o Reino Unido confia em outros reguladores para fazer o trabalho por eles. No entanto, um escândalo recente fez o governo mudar de idéia. Os eventos conhecidos na comunidade de jogos de azar como Black Friday, onde o Departamento de Justiça dos EUA indiciou executivos de três salas de poker online por fraude, tem o Brasil pensando em abandonar a política da Lista Branca. Em vez disso, os legisladores acham que o parlamento deveria aprovar seu próprio regulamento e deixar o Reino Unido emitir licenças e garantir que os sites sejam seguros. O sistema está evoluindo e a aparência do jogo no Brasil pode ser muito diferente em um futuro próximo.
https://joga-desporto.com

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Saiba como escolher um fornecedor de serviços de TI

Saiba como escolher um fornecedor de serviços de TI
Os relacionamentos comerciais são construídos com o propósito de gerar resultados bem-sucedidos. Selecionar um parceiro de tecnologia é uma decisão que definirá a qualidade dos resultados e o alcance dos objetivos planejados.
Não há dúvida de que a tecnologia hoje está mudando em ritmo acelerado. Administrar um setor de TI pode ser bastante desafiador quando você está focado no crescimento corporativo e na atualização de suas necessidades tecnológicas, principalmente em tempos de transformação digital. Assim, contar com fornecedores confiáveis é fundamental.
Por esse motivo, desenvolvemos este artigo com dicas valiosas para você escolher o fornecedor ideal para as soluções de TI da sua empresa.
Prestador de Serviços de TI
O primeiro passo para selecionar qualquer fornecedor para sua empresa, seja de serviços de TI ou qualquer outro fornecedor, é saber o que você está procurando. Tais critérios incluem competência técnica, experiência, confiabilidade e entendimento do mercado.
Basicamente, você quer um provedor com talento, treinamento e experiência para cuidar de suas necessidades de negócios, especialmente quando se trata de TI. Contudo é fundamental que o seu fornecedor seja mais que uma equipe de especialistas. É preciso que ele entenda o mercado e consiga captar as suas necessidades de negócio.
O fornecedor moderno e profissional sabe que precisa gerar valor, que a TI deve ser um impulsionador do negócio e não apenas um mau necessário.
Algumas das áreas mais importantes a serem consideradas ao selecionar uma empresa de serviços de TI incluem:

  • Competência técnica
  • Confiabilidade
  • Experiência
  • Entendimento do mercado
  • Capacidade de parcerias de logo prazo
  • Preço justo

Avalie as competências técnicas, confiabilidade e experiência

Quando se trata de competências técnicas o fornecedor deve possuir certificações adequadas, participar dos programas de parceria e treinamento dos grandes provedores de hardware e software. Além disso ter uma equipe de tamanho adequada e com treinamentos constantes. Geralmente, competências técnicas quanto mais, melhor.
Bons parceiros de tecnologia têm anos de experiência ajudando os clientes a atingir suas metas de negócios. Eles entendem que seu trabalho está tornando seus clientes mais bem-sucedidos.
As discussões iniciais com seu parceiro de TI em potencial sobre seus desafios devem se concentrar nos resultados, nas pessoas, na produtividade e na melhoria do processo, e não na TI.
Seu parceiro deve ter uma ampla percepção do seu segmento de mercado, seu mercado-alvo e como suas ferramentas podem ajudar seu negócio a crescer. E eles ajudarão você a definir como medir o sucesso do que eles propõem.
Só então eles devem projetar uma solução que aproveite a tecnologia mais adequada para chegar até você e mostrar a você exatamente como a solução será feita.
Não se deixe influenciar pela tecnologia chamativa. Você está procurando melhorar seus negócios, não adotar uma tecnologia simplesmente pelo valor dela. A inovação é fundamental para o crescimento, mas tudo deve ter um propósito e fornecer um ROI (Retorno sobre Investimento) claro e definível.
Um parceiro de negócios garantirá que você obtenha a solução de tecnologia que funciona para a sua estratégia de negócios, e vai implementá-la de forma a suportar não apenas seus objetivos imediatos, mas também seus objetivos futuros, mesmo quando eles mudarem.

Avalie como são os processos de prevenção e suporte técnico


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Os reparos não são a única questão prática ao analisar um fornecedor de TI. As medidas preventivas são igualmente importantes. O monitoramento e o acesso remotos são dois serviços de tendências que os provedores de TI oferecem e devem ser levados em consideração.
Você precisa ligar para o provedor? Existe um portal de clientes online que permite solicitar ajuda, conforme necessário? Além disso, eles têm um prazo geral com relação ao reparo, e isso varia com base no tipo de reparo? Em caso afirmativo, quais são os prazos de reparo padrão por produto ou serviço?
Consertar equipamentos quebrados e dar suporte aos usuários são outros serviços bastante importantes de um fornecedor de soluções de TI. Também é importante saber se a empresa é especialista em reparos específicos, seja em hardware, software, serviços em nuvem ou é mais generalista.
Portanto, é fundamental determinar se o provedor que você está considerando oferece esses serviços.

Observe a cultura de negócios do seu parceiro

A cultura do possível parceiro alinha-se com a sua? Isso determina a forma como sua empresa se relacionará e inclui o estilo de comunicação, o nível de formalidade, as expectativas de documentação e muito mais.
Não subestime o impacto de ter culturas conflitantes. Se você e seu parceiro não operarem sob as mesmas suposições, haverá problemas de comunicação. Isso geralmente leva a custos crescentes, frustração e decepção.

Pense no amanhã


Um ótimo parceiro de tecnologia oferece mais de uma solução ou mais de uma plataforma. Isso dá a você escolhas, como mudança de tecnologia e negócios. O parceiro ideal é focado na solução e não no produto em sua abordagem, para que possam oferecer alternativas para atender às suas necessidades.
Um parceiro excepcional entende que os sistemas que eles desenvolvem para você precisam acompanhar seu negócio à medida que evolui. Seja claro sobre como eles se propõem a se envolver com você assim que o projeto estiver concluído.
Não faça parceria se isso não estiver claro. Você vai investir tempo, esforço e dinheiro para merecer opções. Certifique-se de que seu parceiro não esteja apenas tentando vender um produto específico aqui e agora, mas esteja disposto a resolver seus problemas a longo prazo.
Em resumo, encontrar o provedor de soluções de TI certo também significa perguntar com que rapidez eles podem enviar ajuda, especialmente no caso de uma emergência de TI. Certificar-se de que esse parceiro de serviços de TI pode atender às necessidades da sua empresa pelo preço certo e no prazo certo é a chave.
Quer ficar sempre informado sobre estratégias de TI? Acesse.
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Cupom Americanas

No mercado de e-commerce desde 1999, a Americanas.com é uma das lojas virtuais mais tradicionais e confiáveis do Brasil. Referência no segmento de comércio eletrônico, a Americanas.com tem sistema logístico próprio e é reconhecida como a maior empresa online da América Latina. No site, você encontra uma grande variedade de produtos. Conheça as principais categorias:

Livros: se você está procurando promoções de livros e ebook, pode aproveitar os cupons de desconto das Lojas Americanas para encontrar ótimos títulos dos mais variados gêneros para divertir seus momentos de lazer e estudo.

Smartphones: procurando celulares em promoção? Esta é a seção certa para você. Encontro modelos das marcas Apple, Samsung, Motorola, Lenovo, Asus e muito mais!

Eletrodomésticos: os melhores aparelhos eletrodomésticos com desconto também podem ser encontrados aqui. Aproveite as diversas opções de fogão, lava-louça, micro-ondas, cooktops e mais.

Games: as Americanas também têm uma seção especial para aqueles que adoram aproveitar um bom jogo. Fique ligado em ofertas de games para diferentes consoles, assim como acessórios como teclados, mouses, fones de ouvido e mousepads.

Americanas é uma marca famosa que pertence a B2W Digital. Mesmo grupo que Shoptime, Submarino e Sou Barato fazem parte. Agilidade nas entregas, segurança das informações e inovações tecnológicas são alguns dos pontos fortes da Americanas.

Cupom Americanas
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Minha mãe se aposentou há uma semana e de lá pra cá não paramos de receber ligações e mensagens oferecendo empréstimos e afins. O que fazer?

Seguinte, galera, tem uma semana que minha mãe se aposentou, e a partir daí ela começou a receber vários sms e ligações oferecendo empréstimo, dizendo que tem sei lá quanto pré aprovado, etc. Por muito tempo minha linha de celular esteve no nome dela, e imagino que em muitos desses bancos de dados negociados por aí ainda conste isso, motivo pelo qual passei a receber também tais ligações e sms. Só hoje já foram uns 20 sms e pelo menos 10 ligações que recebi no celular. Curioso que nas ligações eu atendo (sem falar nada, só aperto lá o botãozinho verde) e depois de uns dois segundos a chamada é encerrada (talvez porque eu não falo nada e o robô não repassa a ligação prum atendente, sei lá). Isso até já aconteceu antes, mas sempre bloqueei os números e isso parou, voltando justamente agora que estou recebendo esses sms, motivo pelo qual acho que são (ligações e sms) a mesma coisa. Tenho bloqueado todos os números, mas esse pessoal deve ter tanto número que não vejo isso resolvendo o problema. Em casa é a mesma coisa, inclusive desliguei o telefone porque não to com saco pra ouvir ele tocando o dia todo.
Como eu disse, no celular estou bloqueando todos os números assim que mandam a primeira mensagem ou fazem a primeira ligação. No telefone fixo, entretanto, não tenho essa opção. Ainda, já cadastrei os números naquele serviço do procon (isso já faz anos, ou seja, não dá pra dizer que ainda não deu tempo das empresas ficarem sabendo, eles simplesmente não respeitam mesmo). Ativar aquelas funções de “não perturbe”, permitindo apenas chamadas de números conhecidos não é uma opção, uma vez que se acontece alguma coisa com algum familiar meu e tentam entrar em contato comigo por um celular de terceiros ou pelo telefone do hospital não vou conseguir ser notificado. Sei também que existem apps que já possuem um banco de dados com esses números e podem bloqueá-los automaticamente, mas sinceramente não me agrada muito a ideia de ter mais um intermediário gerenciando minhas ligações, além do fato de não ter qualquer garantia de que eles só vão bloquear números realmente maliciosos e inoportunos (esses serviços são alimentados pelos usuários, não? Assim, se uma empresa legítima acaba dando o azar do pessoal a classificar mal, já era.). Esses apps são realmente seguros e confiáveis? Alguma recomendação? Mudar o número também não é uma opção (até porque duvido que eu conseguiria um número “virgem”, de modo que eu possivelmente só estaria trocando seis por meia dúzia - paro de receber essas em específico mas passo a receber cobranças em nome da Maria, ou dou o azar de pegar o número de alguém que tem o número em ainda mais bancos de dados...).
Considerando tudo isso, quais são minha opções pra resolver esse problema?
Desde já agradeço a atenção.
Edit.: e agora tô recebendo no whatsapp, também.
submitted by CaPeBaLo to brasil [link] [comments]

Mudando de São Paulo para Wroclaw (Polônia) para um novo emprego (T.I)

Olá a todos e agradeço toda e qualquer resposta/ajuda/dica sobre o assunto. Especialmente para quem morar atualmente ou para quem já morouna Polônia
Eu abri um tópico assim no Poland ( https://www.reddit.com/poland/comments/6k8g5w/moving_to_work_from_brazil_s%C3%A3o_paulo_to_poland/ )também mas é sempre bom ter mais opiniões.
Vou me mudar para Wroclaw na Polônia à trabalho, recebi uma proposta de trabalho e decidi aceitar.
Como o título diz, sou do Brasil, moro em São Paulo.
Eu não falo polonês ainda, mas já estou aprendendo algo e planejo estudar mais quando chegar.
Eu gosto muito de música (rock principalmente), videogames, anime, livros e coisas assim.
Pra resumir a proposta é a seguinte:
  1. Eu vou trabalhar por 13000PLN bruto / brutto / mensal (contrato de trabalho) em Wroklaw (na área de TI).
  2. Eu vou morar sozinha (meu cão ficará com meus pais no Brasil, estou triste por isso, mas não penso em trazê-lo de inicio).
  3. Não bebo, não fumo e adoro jogar videogames (PS4) no meu tempo livre e / ou andar de bicicleta (precisarei comprar uma em Wroklaw).
:::::::
ALUGUEL:
  1. Quero alugar um estúdio/casa para uma pessoa (a única coisa que vou trazer comigo é o meu Playstation, vou deixar meu PC com meus pais pra gente poder conversar via skype e tal.
  2. Sobre aluguel, na Polônia, todas as contas (elétricas, aquecedor, água, internet, telefone) são separadas por apartamento ou o dono rateia entre o prédio inteiro e cobra o valor médio para cada um? Pelo que tenho lido isso depende de cada dono mas é sempre bom perguntar
Eu entendo que o custo do aquecimento vai variar bastante entre o inverno e o verão mas gostaria de ter uma ideia de quanto, 50% a mais? 30 % a mais? Essas coisas.
  1. Ainda falando sobre aluguel, ainda estou pensando em alugar um apartamento/estúdio ou tentar alugar uma casa (pequena, para uma pessoa), os preços são muito diferentes?
Pergunto porque eu costumava viver em casas, nunca vivi em um apartamento antes então se eu pudesse alugar uma casa seria mais confortável. Isso é achismo meu ok.
  1. Vou tentar economizar bastante para imprevistos e quem sabe conseguir mandar dinheiro pros meus pais (talvez 1000PLN ou mais) e o resto que eu pretendo manter e adicionar às minhas economias no banco. Sei que não vou conseguir fazer isso no início mas com o tempo eu sei que consigo.
  2. Quais são os melhores lugares para morar em Wroclaw, com relação a preços e localização perto de linhas de ônibus e trem.
  3. Como identificar um bom lugar para viver e como identificar um lugar ruim para viver (apartamento / casa) em termos de construção e amenidades? Mais uma vez, pergunto por causa do Inverno principalmente.
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Roupas e sapatos:
  1. Melhores lugares para comprar roupas em torno de Wroklaw, especialmente para o inverno, nunca vi neve, então não tenho ideia do que devo procurar nas lojas para comprar as roupas adequadas. Então, vocês podem me dar dicas sobre isso?
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SUPERMERCADO / Compras de mantimentos
  1. Eu li que http://www.biedronka.pl e https://ezakupy.tesco.pl/groceries/en-GB/ são os melhores supermercados para comprar mantimentos e coisas ... é isso mesmo? Vale também em Wroclaw? --- Eu não sou uma pessoa exigente, eu como praticamente qualquer coisa de carnes, vegetais, frutas e assim por diante.
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Preços e lugares da ELETRÔNICA
  1. Preço da eletrônicos, vou deixar o meu PC em casa e comprarei um novo quando eu chegar na Polônia (vou montar um, então eu precisarei comprar todas as peças como a placa-mãe, a placa de vídeo etc.) então, eu realmente agradeceria se vocês puderem me indicar os melhores lugares para comprar meu querido hardware, eu sei que tem Newegg na Polônia, por exemplo, mas eu também gostaria de saber mais sites (confiáveis) para ter mais opções de preços E marcas.
  2. Além disso, qual é o melhor lugar para comprar uma bicicleta em Wroclaw? Qualquer coisa em particular que eu tenho que saber sobre isso (preços, tipos, existem leis específicas sobre bicicletas em Wroklaw / Polônia)?
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Transporte público
  1. Do que eu tenho pesquisado, posso comprar uma passagem mensal para usar o ônibus, há uma passagem mensal para usar Trens e Ônibus ou eu preciso de um passe diferente para cada um deles? Comparado ao que temos no Brasil, como é o serviço em geral?
Algo mais? Agradeço a todos pelo tempo gasto lendo isso e por favor me avisem se vocês tem alguma dúvida ou se eu deixei de lado algo realmente importante (provavelmente deixei).
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Como ser anónimo na Internet – [TUTORIAL COMPLETO]

Antes de mais, não sou um especialista, apenas alguém interessado em segurança e comunicação e este tutorial é apenas direccionado à educação :D

1) HTTPS ou TOR?

1.1) Intrudução

Ao navegarmos a Internet convencional ou a “surface web” usamos protocolos. Tudo começou com o HTTP (HyperText Transfer Protocol), foi um dos primeiros protocolos quando tentamos aceder a um site mas é bastante fácil para um “hacker” ver o que fazemos e por onde navegamos isto porque não há qualquer tipo de encriptação entre o servidor web e a vossa máquina ou seja, basta alguém estar estar na mesma rede do que vocês, por exemplo a mesma rede wifi, e executar um MITM (man in the midle atack). Onde o hacker redireciona o tráfego da máquina alvo para o seu servidor e ele literalmente lê os pacotes de dados (informação trocada ou seja, passwords, utilizadores, etc) com um simples “sniff” no wireshark (programa que nos permite ver pacotes de dados (TPC, UDP, etc)). Forma bastante eficaz de roubar informações a alguém em servidores desprotegidos.
Felizmente e a nosso favor a maioria dos sites hoje em dia usa HTTPS (HTTP + SSL), muitas pessoas convencionam o “S” no final do HTTPS como “secure”, daí o cadeado verde que vemos quando acedemos a esses websites.
O processo (SSL) começa quando nos tentamos conectar a um site e ele manda-nos uma cópia do seu certificado SSL (Chave pública), o navegador verifica se o certificado está expirado, em vigor, valido, etc (uma grande treta de acreditação). Se o navegador confiar no certificado, ele cria e envia de volta uma chave de sessão simétrica utilizando a chave pública do servidor. O servidor da decrypt da chave de sessão simétrica usando a sua chave privada e envia de volta uma confirmação criptografada com a chave de sessão para iniciar a sessão segura e agora o servidor e o navegador comunicam com, supostamente, segurança. São assim realizados os primeiros momentos de conexão quando acedemos a um website com HTTPS.
P.S: Pensem em chaves publica como algo que transforma x em alguma coisa que só pode ser aberto com a chave privada, y. Mais sobre isso a frente.

1.2) Se HTTPS é assim tão seguro, porque usar tor?

Bom, mesmo com esse tipo de segurança há várias formas de ver ou atacar alguém. Sempre podemos fazer phishing, ainda usar MITM (fazermo-nos passar por o servidor verdadeiro, é difícil AF mas possível) entre muitas outras coisas..
Com o Tor deixamos de ter esses problemas. Mais ou menos.

1.3) Mas o que é Tor?

Tor é uma comunidade, uma rede de computadores muitas vezes referida como Dark Web ou Deep Web.
A rede Tor dá-nos um nível de segurança com 128-bit AES (Advanced Encryption Standard) end-to-end (De computadores para computadores, não da nossa máquina até ao website). No final das contas é uma rede que sobrepõe “IP’S” em várias camadas e deve ser tratada como tal.
O melhor é usar HTTPS e Onions (Tor), HTTPS protege os nossos dados a nível de navegadores (nós)<=>(WEBSITE) e a rede Onion reforça o anonimato com “loops” pela internet de modo a escondemos a nossa identidade (IP). Mas esse nível de segurança depende do próprio website/servidor com que estamos a tentar comunicar. Para os nerds que desconheciam esta tecnologia, aqui têm um “Let’s Encrypt” para onions (here)
A rede tor funciona a partir de nodes, qualquer um pode fazer um relay, node de saida, etc. Uma autentica rede de computadores que comunicam entre si anonimamente.

1.3.1) Um aparte do funcionamento dos nodes…

Utilizando este modelo de 3 ou mais nodes fica mais difícil, mas não impossível de correlacionar o vosso pedido inicial com o vosso IP original. Também queria frisar que a maior parte destes nodes são universidades (fun fact)
O problema vem quando escrevemos “plain text” num site que acessamos via Tor, imaginemos que o meu exit node é o FBI ou a NSA. Se tivermos introduzido dados sensíveis apenas rezem que quem estiver a manteoperacional o exit node não tenha poder computacional suficiente para desencriptar a vossa ligação.

1.4) Let’s get REAL

Depois disto não parece nada seguro usar tor né? O bom é que é praticamente e impossível quebrar 128-bit AES. Toda a rede de bitcoin (hash rate atual é de 60M) demoraria 2.158 x 10^12 anos para quebrar 1 só chave. E para além do mais, sempre podemos configurar os nossos nodes, mais aqui.
Apenas não coloquem nada que não gostariam que se tornasse publico pois a segurança nunca é garantida! O que é (praticamente) garantido é o anonimato com o tor :)(Eu diria até que o vosso anonimato é garantido, todos os websites na deepweb que foram fechados até o dia de hoje por exemplo, não teve nada a ver com uma falha na rede tor mas sim foi um descuido dos administradores)
E para comunicação na web (chat) usem sempre PGP (Pretty Good Privacy), vamos falar mais a frente.

2) Que sistema operativo usar / Como Operar

Pretty bit topic here..

2.1) Sistemas Operativos

Querem anonimato? Usem um sistema operativo ao vivo (Live Operating System / Live CD). É um sistema operativo contido num dispositivo de armazenamento móvel, podem usar em qualquer lado com um computador (motherboard não desbloqueada) não deixando qualquer rasto no pc da sua existência (kinda, mais a frente).Caso não queiram ser tão hardcores sempre podem usar linux muito bom também, updates constantes da comunidade ;)Para o típico utilizador windows.. sabiam que o windows envia tudo o que vocês escrevem e falam para a Microsoft? Aqui têm tools que removem a telemetria and stuff (here)
Se são uns completos noobs e nunca instalaram nenhum OS (operating system) podem usar uma coisa chamada Virtual Box que emula um sistema operativo dentro de outro. Pesquisem.

Recomendo o uso do Tails (Live), Link here.

P.S: No que toca à Apple não tenho experiência portanto, não comento.P.S2: Dêm uma vista de olhos no “qubes”, sistema operativo hardcore para segurança.

2.2) PGP, Como Operar & Related

2.2.1) Mini Introdução

Temos de assumir sempre o pior, qualquer agência de inteligência ou governamental interceptou e desencriptou os nossos dados. O que eles podem usar contra nós?
Temos sempre de agiter o cuidado de nunca compartilhar dados pessoais, NUNCA. Ter uma boa password sem nada que nos identifique (Tenho uma boa password?) e diferentes passwords e entidades para cada serviço/website que usemos. Lembrem-se, basta “deslizar-mos” uma vez e somos comprometidos. Caso usem o mesmo utilizadopass qualquer organização/pessoa com intenções pode “ligar os pontos” e identificar-te.

2.2.1) PGP (Pretty Good Privacy)

Outro passo que devem tomar é comunicar apenas usando PGP. Lembram-se das chaves publico e privadas? Vou salientar novamente esse tópico.Tomem em conta que nem sempre é possível comunicar com PGP, quando estamos a preencher informação num website ou wtv essa informação pode estar comprometida.
Side Note: Há uns open sorce code para usar o Proton Mail com PGP com alguma facilidade, pesquisem nerds.

O processo PGP:

GUARDEM BEM A VOSSA CHAVE PRIVADA, GUARDEM NUM LOCAL OFF-GRID, fisicamente escondida. Caso comprometida, fudeu. E já agora, se a perderem não há nenhuma forma de a recuperar.
No tails a área onde podem mexer com o PGP fica no canto superior direito, uma que parece uma prancheta, vão a “manage keys”.
Por exemplo, uma das razões que o Silk Road falhou foi que Ross (um dos administradores) nem sempre comunicava através de encriptação PGP e depois de ser apanhado (meteu informações pessoais na net no inicio da sua jornada) as autoridades tiveram acesso a tudo o que não estava encriptado.
Sugiro sempre que guardem as suas chaves privadas num cartão SD ou melhor num microSD para que se um dia forem apanhados e alguém for-vos bater à porta podem simplesmente parti lo e os vossos dados ficam seguros x)

2.2.2) Tails e resíduos

(assumindo que têm o tails a funfar..)
Tails é um excelente sistema operativo para privacidade, quando ligado e “bootado” no PC ele cria um drive virtual e quando é fechado tal é apagado, mas não permanentemente.
Como deve ser conhecimento geral, armazenamento na memória de um computador (no seu disco rígido) funciona a base de 0’s e 1’s. Vamos supor que crio uma pasta chamada “teste”. O disco rígido será desempenhado de designar os respetivos 0’s e 1’s a uma secção do disco e saber onde está tal secção.
Temos 2 dados importantes aqui, os dados da pasta “teste” (0’s e 1’s) e a sua localização na respectiva secção do disco, chamam-se “pointers”. Pointers apontam o local do disco onde estão armazenados os dados (0’s e 1’s).Quando apagamos algo (tradicionalmente) apenas apagamos os pointers e os 0’s e 1’s anteriormente designados à pasta teste estarão agora labled como livres, esperando serem rescritos por novos 0’s e 1’s de novos dados. Espero ter sido claro.
Portanto, alguém com habilidades pode pesquisar no disco 0 e 1’s designados como “espaço livre” que, organizados “façam sentido” e recuperar os nossos dados privados.
Temos 2 opções:

2.2.3) Encriptação do disco inteiro & destruição segura de ficheiros & RAM

No que toca a encriptação do disco tails tem uma funcionalidade incorporada chamada FDE (Full Disk Encryption) ou seja, formata-vos a pen (ou o quer que seja que estão a usar) e rescreve-a com o seu conteúdo encriptado sendo apenas possível ganhar-lhe acesso com uma palavra-passe. E como sempre, guardem a password num local seguro ou memorizem-na.
Tutorial de como encriptar o disco (here)
E no que toca a destruição segura dos ficheiros há vários programas para o fazer, apenas recomendo que o faças no mínimo 3x (para garantir aleatoriedade). Duck it.
Mesmo com o disco encriptado e os dados limpados ainda podemos extrair-te informações pela tua RAM 📷
Chamam-se de “Cold Boot” esses tipos de ataques.

Primeiro, RAM (random acess memory), quesamerda?

RAM é o local onde o computador armazena dados que apenas são necessários temporariamente e isso acontece milhões de vezes por segundo. Pensem na RAM como uma memoria onde pode ser escrita e rescrita os 0’s e 1’s extremamente rapido.
Imaginemos que estão a trabalhar num documento de texto, enquanto trabalham tal está a ser guardado na RAM (armazenamento de curto prazo) até que clicam em salvar e o documento é armazenado no disco rígido em si (armazenamento de longo prazo).
Nesse período de tempo os dados são armazenados na RAM sem qualquer tipo de encriptação. Quando desligamos o computador normalmente ele passa por um ciclo onde limpa os dados armazenados na RAM mas se ele perder energia abruptamente os dados ficam “leaked” na RAM e é onde são realizados os Cold Boot Atacks. A única medida que podemos implementar contra este tipos de ataques é usar RAM DDR3 (isto porque ela necessita de eletricidade para manter dados, passado x tempo os dados são apagado) e desligar o PC normalmente, sempre.

2.2.3) Inimigo? Javascript.

Imaginemos que corro servidores maliciosos tendo em conta que tenho uma grande comunidade a alimentar-se dos meus serviços e sou apanhado. O que as autoridades podem fazer para os apanhar?
Um dos métodos mais comuns usado pelas autoridades é injetar javascript ou seja, todos os utilizadores iriam acessar uma página web alterada que tinha como intenção correr javascript que transmitia o IP da pessoa e a sua localização (visto que tal código era apenas descodificado e corrido no pc da pessoa).
Dito isto, aconselho desativarem a execução de javascript nos vossos navegadores (browsers). Tanto no iceweasel (tails) ou no firefox (tor) podemos desativar a execução de javascript com o seguinte procedimento:
(se usam tails, cada vez que o iniciam poderão de ter de fazer isto)

2.2.4) Dados EXIF

Tiramos tantas fotografias com os nossos telemóveis né? Sabiam que provavelmente a vossa localização está incorporada nelas?
Quase todos os formatos de fotos podem ter as cordeadas incorporadas menos o formato .PNG portanto é imperativo para um criador de um website apenas permitir formatos PNG e também para nos porque a nossa informação pode dar “leak” por um erro tão simples como este.
Felizmente o Tails tem uma solução, basta irmos a Applications -> Accessories -> Metadata Anonymisation Toolkit, mais info –> (here)

2.2.5) VPN + TOR = PERFECTION?

Bem, não.
VPN’s não são de confiança. A famosa “HideMyAss” que supostamente tinha uma carrada de implementações de segurança que nem eles próprios conseguiriam ver o que o utilizador fazia abriu a boca quando questionada pelo governo da Inglaterra sobre o caso LulzSec.Mas se tentarem a vossa sorte escolham uma que no mínimo tenha 128 bits ou até mesmo 256 bits de encriptação.
Se querem ainda mais segurança do que já têm, comprem umas raspberryPi, disfarçam-nas e coloquem-nas em um sitio que tenha uma rede Wifi Publica escondidas e com eletricidade, façam uns servidores OpenVPN, uns proxies da treta e GG (Como criar uma rede tor mas caseira). Fiz um tutorial de como fazer uma VPN numa raspberry, depois é só fazer uns loops.
P.S: DNSQueries, não confiem na vossa rede.

2.2.6) Cuidado com downloads

Por vezes numa comunidade da deepweb recebemos PM (private messages) que nos dizem que a nova atualização do tor tem uma falha de segurança e aqui está o link X para dar patch. Treta, nunca confiem e façam sempre o download do website oficial (cuidado com o phishing) mas podemos sempre verificar a autenticidade dos nossos downloads.
Recomendo o uso do GnuPG. Pesquisem, muito importante! Voltamos a usar o nosso amigo PGP ;)
P.S: Não só downloads, também podem assinar mensagens encriptadas (quase como encriptado 2x)

2.2.7) Simples e eficaz, adeus monitorização da treta

Podem-nos identificar de várias maneiras, uma delas é pelos nossos padrões habituais que podem ser usados contra nós em tribunal.
Uma forma fácil de acabar com isso é desabilitar “mostrar o meu status online”, muito comum em fóruns e comunidades.

2.2.8) Usem bridges!

Mesmo com esta segurança quando ligados ao tor o vosso ISP (Internet Service Provider) pode ver que vocês estão a usar o Tor, para tal sempre podemos usar bridges. Lista de bridges (here) captcha é hard mesmo.. (ataques de correlação)
Depois de entrarem vão ter acesso a uma lista de bridges que são publicamente disponiveis pelo Tor, talvez não seja a melhor opção mas sempre tens a opção de mandar diretamente um email para [[email protected]](mailto:[email protected]) com o body da mensagem sendo “get bridges”, infelizmente só funciona para Gmail e Yahoo (anti bots)
Para usa-las no boot do tails aparecem 2 opções: Live e Live (Fail Safe), neste menu cliquem em Tab , Espaço e escrevam “bridge” e depois enter. Modo bridge ativado. Ao entrarem no tails basta adicionar as vossas bridges numa tab que vos vai aparecer neste formato-> IP:PORTA e gg.
Visto que é muito menos provável que o vosso ISP conheça estas ligações. Também podem especificar o pais assim: XXX.XXX.XXX.XXX – COUNTRY: X
De qualquer das formas bridges é um assunto complexo, do your homework. Coisas bonitas para vocês (here)

3) Governo e polícia

3.1) Os seus limites

Bom, não têm, pelo menos os americanos (casos mais conhecidos). Eles chegaram ao ponto de ter uma conta no silk road como vendedores onde seriam vendidas fake ID’S (durante 7 anos), após esse período começaram de apreensões. E no serviço postal dos US, qualquer encomenda “ilegal” não eram apreendida mas sim colocavam-lhe um tracker.
Tenham sempre em mente que se eles vos querem apanhar mesmo, eles farã tudo no seu alcance para vos capturar. Tenham sempre em mente que se vocês estão a fazer qualquer tipo de actividade considerada ilegal têm sempre de ter em conta o pior cenário possível. Vocês até podem ter uns PC’s, uns servidores e algumas skills mas não é nada comparado com o poder deles.
Lembrem-se, basta escorregarem uma vez e acabou, sejam prudentes.

3.2) O que fazer quando se é apanhado

Errar é humano. Provavelmente vamos todos cometer um erro e se o governo achar que somos um peixe suficientemente grande ele vem a trás de nós.
É sempre melhor prevenir do que remediar, temos de ter já um advogado pago 50k + extra (caso sejam ilegais, mesmo.) isto porque o governo pode congelar-nos as contas/apreender o dinheiro.
Sabiam que o silencio é um direito? Mantenham a boca fechada. Eles vão tentar usar todas as táticas para nos fazer admitir que somos culpados dos crimes de que somos acusados.
Provavelmente a primeira coisa que eles vos vão dizer é que nos querem ajudar e estão a trás do maior peixe do cardume, ignorem, treta.
Eles vão dizer “então não queres cooperar? Estava a tentar ajudar-te mas agora só vais dar problemas” ou “Tens alguma noção dos crimes de que és acusado?”. Mais uma vez, mantenham-se calados e continem a pedir por um advogado.
Nunca falem sem o vosso advogado presente e nunca façam nada que não seja exigido legalmente. Vocês têm o DIREITO de estar calados.
Não discutam com os policias sobre se eles têm ou não alguma coisa contra ti, sê chill nesse assunto. Age assustado, ansioso e confuso. Como se não soubesses o que se passa e apenas queres o teu advogado. Diz aos policias: “Vocês estão-me a assustar, apenas quero o meu advogado”… como eu amo engenharia social.
Com o vosso advogado é o basico, sejam honestos com ele e trabalhem como uma equipa. Privilegio Cliente-advogado.

4) Cool Stuff

4.1) TorChat

TorChat funciona da mesma forma que o tor funciona com todas a features que todos gostamos, cria links .onion da mesma forma que o tor mas usa-o para identificar um ID de uma pessoa em particular sendo que esse ID pode comunicar com outros ID.
P.S: Não recomendo, ideia bonita mas não sabemos o nível de anonimato ou as vulnerabilidades que tal implica visto que funciona da mesma forma do que se como tivéssemos criado um HiddenService (um site tor) no nosso PC. Isso pode levar a problemas sérios.
Fica à vossa mercê, de qualquer das formas a sua comunicação eu<=>parceiro teria o mesmo nível de segurança do que o tor.

4.2) Como utilizadores do Tor foram apanhados

https://www.youtube.com/watch?v=7G1LjQSYM5Q

4.3) Email anónimo, História & Tor

https://www.youtube.com/watch?v=_Tj6c2Ikq_E

5) Recomendações

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Adicionamos as nossas parcerias, a Exchange Bitcoin Trade

A Bitcoin Trade é uma exchange nacional. Em breve possuirá opções de permuta também em outras criptomoedas, o que nos dará liberdade de efetuar o cambio sem um intermediador, no caso o Bitcoin. Isto por que hoje no cenário brasileiro, temos pouquíssimas exchanges seguras e confiáveis e que trabalhem com depósitos bancários em BRL para ETH e LTC por exemplo, a maioria trabalha apenas com BTC. Assim, reduziremos taxas e não estaremos dependentes da Foxbit que está semana mesmo, passou por problemas.
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Plano de Negócios EXL Capital 11.12.2017 (Revisão será em 01.06.2018)

A EXL capital surgiu no intuito de aproveitar um dado momento do mercado financeiro brasileiro. Especificamente uma análise minha (Erik Rodrigues) sobre uma possível (na época, 2016) valorização das ações da Petrobras. Nada mais foi que reunir amigos da empresa, explicar minhas ideias e juntos acompanharmos o desenvolvimento do mercado em opções. Alguns gostaram do modelo e levaram mais a sério e nos próximos meses continuamos desenvolvendo o projeto. De outro lado, tenho um projeto particular a 2 anos, uma rede de notícias e informações sobre política, economia e filosofia. Unimos as ideias e os projetos em um só e começamos a criar material intelectual próprio de analise econômicas e politicas afim de ajudar o grupo em seus investimentos no longo de 2016 e 2017 e assim, desenvolver riquezas. Moldamos estruturas de demonstrações dos resultados obtidos, gestão de risco com diversificação da alocação de capital e todo o conteúdo informativo desta ordem com divisão de tarefas. Ou seja, lapidamos o projeto com o intuito deste se tornar no futuro, um Clube de investimento / Consultoria financeira. Contudo, a grande dificuldade neste sentido é lidar com a grande burocracia envolvida e possuir os valores mínimos para operarmos em uma conta conjunta naquilo que gostariamos. O EXL Ether Project nasce de uma visão conjunta de Warren Buffet (pensamento de investimentos longos) e o pensamento de Nicholas Taleb. Ou seja, acreditamos que o mercado cripto possui grande valor e por este motivo, nosso objetivo é acumular o máximo de capital possível em projetos que envolvam a tecnologia de todas as maneiras viáveis, difundir conhecimento sobre a área e criar uma rede de informações e consultoria.
Mas afinal, qual é o atrativo neste Plano de negócios? http://www.mises.org.bArticle.aspx?id=311 N. do T.: Talvez o aspecto mais crucial de qualquer sistema econômico seja o seu sistema bancário. Entretanto, essa é uma área sobre a qual pouquíssimas pessoas entendem. Muitos, aliás, sequer conhecem seu funcionamento mais básico. Poderia tecer aqui, muitas considerações sobre o atual sistema monetário (ocidental, sobretudo), contar a longa caminhada que levou a moeda clássica de troca, em forma de commodities como ouro e prata, ao necessitar da credibilidade do intermediário: Estado, Reis, Bancos. A perder seu valor, sua estrutura, até se transformar no atual papel moeda que não possui valor intrínseco nenhum fora ser lastreado em divida. Para isto, e até para ficar mais ilustrativo, peço que o investidor assista este vídeo, os detalhes técnicos, eu mesmo conferi e aquilo representado no vídeo, é a pura realidade. https://www.youtube.com/watch?v=bltL7zRXhhs Após aprofundar meus estudos na tecnologia Blockchain, encontrei no Bitcoin e demais Altcoins, a solução tecnologia fundamental a todas as problemáticas presentes em nosso atual sistema econômico, creio com convicção que estamos diante de um momento único e que os próximos 10 anos irão mudar profundamente nossa noção do que é o dinheiro, inteligência artificial, internet das coisas e automação. https://www.youtube.com/watch?v=UL1RYIQ8WkM&t=1s Mas o que leva a EXL a pensar que o Bitcoin não é uma bolha e que seu valor, porquanto do mercado de criptomoedas está inflado? Da forma mais simples possível, por que o criptodinheiro trás de volta a estrutura de moeda básica como commoditie, a escassez e o valor agregado. A mineração, o processo em si, é o que torna o criptodinheiro algo com valor agregado, a criptografia, anonimato, scripts como o do Bitcoin que limita a oferta e a criação de mais criptodinheiro, lastreia seu valor. À medida que o mercado aumenta no sentido de abrangência de utilização (demanda e capitalização) e ele é minúsculo ainda em 2017, os preços correlacionam este valor com o valor do ativo já que existe valor agregado. Ou seja, quanto mais gente usando, maior o valor das criptomoedas, existe um processo de deflação na tecnologia blockchain que nunca antes foi visto, por isto a dificuldade dos banqueiros em aceitar que criptomoedas não estejam ligadas a dividas, corroídas por juros e emissão de mais papéis para fazer valer o papel atual que neste processo, por natureza, se desvaloriza ainda mais. Traduzindo, a EXL irá ao longo de pelo menos 5 anos, estruturar seus negócios em todas as pontas possíveis, gerando 24/7, criptomoedas, além de comprar a moeda em si nos melhores pontos gráficos possíveis, em 5 anos, com o próprio processo deflacionário, mais a possibilidade de um cisne negro (E arrisco ser uma guerra ou uma grande depressão econômica em virtude da divida americana ou chinesa) teremos uma poupança acumulada muito robusta.
Ações corretivas e preventivas 1) Diversificação de armazenamento das receitas. Através da diversificação das carteiras de acordo com o tipo de criptomoeda mais o acompanhamento continuo do CEO em relação a segurança das carteiras, valor de taxas e demais problemáticas que possam causar prejuízos ou transtornos a EXL, além do acompanhamento e auditoria continua do CFO, estaremos sempre preparados para eventualidades e mesmo em um caso de catástrofe como roubo, violação de segurança, perda de dados ou afins, teremos sempre o patrimônio bem dividido seja no sentido de backup, seja no sentido de segurança como um todo. Também estamos analisando a aquisição de hardware para armazenamento em uma carteira física. 2) Diversificação e transferência constante dos resultados de mineradoras e pools para carteiras. Através do acompanhamento constante do operacional sobre os resultados, além da diversificação dos valores investidos, gerenciamos o risco no sentido de não ficar dependentes de apenas uma empresa, uma moeda ou um projeto, com investimentos centralizados. Além de periodicamente resgatar os resultados do garimpo, o que nos assegura sobre a ocorrência de alguma catástrofe que envolva empresas parceiras. 3) Como atuaremos em diversas pontas (Mineração Site, Mineração em cloud, Mineração Física, Faucets, Aquisição de moedas e todas as demais maneiras possíveis para acumulo de capital), mitigamos a ocorrência da desvalorização dos equipamentos físicos em relação ao seu poder de mineração ou mesmo uma ocorrência de desastre em relação a mineradoras em cloud. Ou seja, através da diversificação das formas de faturamento, teremos certa redundância, o que fornece um nível maior de segurança em relação a formas de obtenção de rendimentos. 4) Através da aquisição das criptomoedas em pontos estratégicos, como forma de diversificação a mineração ou outras formas de arrecadar capital, também estaremos no longo prazo, nos expondo de forma mais eficiente, não dependendo apenas dos resultados a longo prazo de garimpo, em casos de valorização a curto prazo, a EXL também estará estrategicamente exposta a obtenção de lucros 5) Efetuamos cadastros e testes em diversas Exchanges. Selecionamos as mais confiáveis, que oferecem os melhores recursos e que são mais tradicionais. A partir daí, temos em primeiro lugar uma redundância, não estando dependentes de uma instituição financeira específica e podemos também diversificar o câmbio no sentido de aproveitar as melhores oportunidades de variação do mercado e obter melhores custos em taxas. 6) A auditoria será feita de forma independente. No sentido de que aqueles diretamente ligados à área operacional no negócio, estão constantemente sendo acompanhados por um terceiro que foi selecionado com base em sua expertise técnica, responsabilidade e nível de confiança em relação ao grupo, ou seja, o auditor é alguém de extrema confiança de todos os membros da equipe gestora do projeto. Aqueles que estejam a frente do operacional, do financeiro ou mesmo da gestão do negócio, são policiados afim de evitar ocorrências de imprudência ou imperícia. 7) Em relação ao backup de códigos, chaves, senhas ou mesmo de dados e informações confidenciais, iremos armazenar um backup constante destas informações em um local em nuvem, onde o CEO, CFO e Auditor terão acesso compartilhado as informações, em um caso de roubo de equipamento, problema técnico, ou ocorrência onde um dos dois não estiver disponível para efetuar uma determinada função que exija estas informações, teremos redundância. 8) O mesmo ocorre com a divisão das tarefas. Desenvolvemos o projeto com um escopo de operação que não centraliza funções. Com isto, além da segurança em relação a não centralização dos dados, podemos dimensionar melhor o tempo utilizado para exercer as tarefas que envolvem o projeto e utilizar a expertise de cada um da melhor maneira possível. 9) O gerenciamento financeiro e administrativo foi desenvolvido de maneira a nos fornecer uma visão em tempo real de todas as camadas do negócio, com isto, além de evitarmos erros, criarmos rotinas de acompanhamento e policiamento dos negócios - de uma forma extremamente criteriosa - as tarefas são descentralizadas, portanto, cada um possui funções e responsabilidades independentes. Todos os possuidores de tokens também podem acessar os dados, relatórios e também temos o auditor dedicado a efetuar o acompanhamento constante daquilo que é operacionalizado. 10) Com o intuito de constantemente melhorarmos as diretrizes do projeto, fica acertado que de cada 6 meses, haverá uma revisão de todo o modelo de negócios.
Forças* Pontos fortes As Forças são elementos internos à empresa, sob o controle da equipe envolvida e que trazem algum tipo de benefício ou vantagem para o negócio. Um ponto importante em relação as nossas ”Forças” é a disponibilidade de capital. Hoje já temos em posse da EXL um capital considerável em um projeto estável e bem fundamentado, à medida que o Ether Project for se consolidando, teremos a oportunidade de iniciar um empreendimento sem digamos: utilizar o “dinheiro do leite”. A maior parte dos investidores da EXL Capital e por consequência, deste projeto, são pessoas que nutrem um laço de verdadeira e extensa amizade. A maioria se conhece a mais de dez anos, anos estes em que pudemos analisar o caráter de cada um. O perfil de cada um. O que cada um tem de melhor e pior, a junção destas habilidades e competências, acrescida a credibilidade dos membros do grupo, nos deixa em posição de destaque em relação a outros projetos empreendedores. Isto por que temos a oportunidade de negócio, uma boa equipe gestora, investidores de confiança, um capital considerável já em posse e a expertise necessária para desenvolvermos as atividades. Concluindo, um ponto muito importante a ser destacado é a facilidade de operacionalizar o projeto. Definida a estrutura inicial e tendo o escopo detalhado das rotinas, a manutenção do negócio é extremamente simples. Com isto, a equipe gestora não terá que disponibilizar mais do que algumas horas diárias para desenvolver as atividades do projeto. Fora o fato de que com a divisão das tarefas, existe uma facilidade agregada à rotina de cada um, além da transparência aos investidores e redundância na guarda de informações de acesso como senhas e backups.
Oportunidades* Pontos fortes Oportunidades são eventos externos à empresa, aos quais os membros não tem controle direto, e que podem afetar positivamente no negócio. Acredito que o primeiro grande ponto de oportunidade de nosso negócio é o fato do sistema monetário atual ser uma grande fraude. (Exemplo: https://www.youtube.com/watch?v=1QKxG_L_mag) O atual sistema de reserva fracionária (Como é feito o dinheiro atualmente) é literalmente uma máquina de imprimir dinheiro sem valor, lastreado em dívida (Sobre o dólar e o padrão ouro: https://www.youtube.com/watch?v=f-61SlUCamo), sem valor intrínseco. Um bom exemplo são os trilhões de reais injetados na economia brasileira desde 2003. (Intermediário de troca, medida de valor, reserva de valor, instrumento de poder liberatório, padrão de pagamentos e instrumento de poder) em relação às "moedas Reais ", além de ser um grande esquema de pirâmide financeira para ser extremamente claro (Sobre o Real: https://www.youtube.com/watch?v=kdTd9wReDM0 / Sobre juros e dinheiro: https://www.youtube. com / watch? v = yZsNukdj_iY). Hoje há um sistema monetário muito mais efetivo e real, com valor intrínseco, descritivo, com alto nível de segurança e que é basicamente, o nosso ramo de negócios. Podemos apontar também, como um ponto fundamental de oportunidade em nosso negócio, a blockchain como um todo. A blockchain é uma tecnologia de banco de dados que é base de praticamente todas as criptomoedas. É com toda certeza a principal característica e diferencial do mercado Cripto. Inclusive, é justamente a validação de um registro na blockchain o que chamamos de mineração, o nosso nicho de mercado. Está tecnologia é revolucionária por que tira a necessidade de um poder centralizador em validar quaisquer tipos de informação. Existe uma gama enorme de possibilidades neste sentido, desde um cartório descentralizado, sem a necessidade de um governo para averiguar a veracidade de uma determinada informação ou documento, até mesmo o desenvolvimento de tecnologia de inteligência artificial, por exemplo, em um Smartcontract em rede Ethereum. Em 2017 o mercado Cripto, se aproveitando da blockchain, já iniciou uma gama enorme de negócios que no futuro, substituirão muitas das aplicações que usamos hoje. Muitos dos negócios e corporações que existem atualmente simplesmente serão esmagados pela blockchain, pelo simples fato de que ela é incorruptível, inviolável e lapidável a todo o tipo de ramo de negócios. E é justamente o fato da EXL Capital t iniciar suas operações ainda em 2017 (Setembro de 2017) que nos coloca na frente em relação ao atual desenvolvimento do mercado Cripto. Hoje, temos a oportunidade de iniciar nossas operações ainda, digamos, no início da revolução cripto. Ainda existem ativos extremamente “baratos” em relação ao seu valor “possível” diante de análises internas (CEO) e análises externas (Grandes investidores, Fundos Hedge, Analistas técnicos e demais pessoas e instituições de renome e credibilidade técnica como a escola austríaca de economia), além disto, poderemos navegar por um vasto campo de possibilidades em relação a investimentos em projetos do mundo Cripto que estão ainda no papel ou mesmo no início de suas atividades. Ainda como ponto crítico em relação à oportunidade de negócios, estamos de fato em um momento único na história do mundo. O ponto do ápice dos projetos sociais como: estado de bem estar social e capitalismo de estado. Não só no mundo, mas também no Brasil, sim, mesmo nos EUA é o que vem acontecendo. Isto fruto de muitos anos de má gestão, corrupção (de todos os lados) e ignorância popular. De um lado tivemos diversos governos que administraram muito mal as contas públicas, roubaram bilhões de reais dos cofres, inflaram os impostos, instalou-se um sistema de capitalismo de estado, uma espécie de socialismo disfarçado. Promovendo com isto, um rombo fiscal nunca antes visto. O capitalismo corporativo que se aproveita deste cenário enriquecendo grupos específicos, alimentou este processo ainda mais através de bancos e lobistas por exemplo. Do outro lado, a população ignorante a situação econômica do país, prefere demagogia a reformas, assistencialismo a mercado livre, xingamentos e linchamentos a raciocínio lógico e ideias. O estado para se manter, vive do populismo que alimenta a corrupção do estado. Resultado? Uma bolha na dívida pública que está prestes a estourar. Entre 2019 a 2025 o Brasil vai falir. (Mais dados e gráficos sobre o assunto: https://www.youtube.com/watch?v=Gtsj8ZpzkJ0) E não, o sistema político não vai resolver isto, simplesmente por que ele acha que isto é bom para ele. Em meio a estes anos, em algum momento, o Brasil não conseguirá mais honrar suas contas públicas já que elas irão superar as receitas completamente, absurdamente. Ou seja, vai faltar dinheiro para pagar serviços básicos como saúde, educação e saneamento. Assim como programas sociais, bolsas estudantis e funcionalismo público. Mesmo havendo cortes severos e abertura de mercado extrema, o que não vai acontecer, a situação é irreversível. Ou seja, matematicamente é impossível evitar o colapso das contas públicas Brasileiras. E pior, havendo um calote, é importante saber que grande parte dos credores de dívidas, são empresas nacionais e fundos de pensão, além de automaticamente isto gerar uma enorme desaceleração econômica (Inflação, Desemprego, paralisia de obras e investimentos), o que cria um efeito dominó, ou seja, quem sofre com isto é a própria população e não “o grande capital estrangeiro”, não que ele não vá sofrer, mas não há como ser indiferente a isto por que simplesmente afeta a vida de todos. Mas calma que está é uma análise otimista. São números contando que o mundo continuará neste mesmo ritmo econômico, China crescendo, EUA em quase pleno emprego e assim por diante. E claro, não é isto que vai acontecer. Hoje a dívida chinesa alcança inacreditáveis 235 % do PIB (A enorme dívida da China está num caminho "perigoso", ampliando o risco de uma grande desaceleração do crescimento econômico, alertou o Fundo Monetário Internacional) o que gera problemas estruturais como a bolha de crédito atual, as cidades fantasmas e a questão dos juros sobre a dívida, que vem aumentando, por exemplo. Isto sem citar os problemas geopolíticos. Um conflito de escala mundial envolvendo a China (e vamos falar disto) ou uma desaceleração de sua economia acentuada, pode comprometer seriamente os negócios brasileiros dado o fato que o Brasil já é, e se torna cada dia mais, dependente comercialmente da China (Economia chinesa: https://www.youtube.com/watch?v=Mkopr3gDweg). Agora sobre os EUA, temos algo ainda mais interessante acontecendo. Voltemos ao ano de 2008 quando aconteceu a maior crise econômica de nossa história, você saberia me explicar o que aconteceu? Não? Eu explico. O que aconteceu foi que os EUA durante o período dos anos 2000 reduziu sua taxa de juros para números baixíssimos com o intuito de estimular a economia, crédito elevado, por exemplo, para realizar o American Dream (https://www.youtube.com/watch?v=ZyLzFSmbDVk). E foi justamente no mercado imobiliário que o keynesianismo (teoria econômica do começo do século XX, baseada nas ideias do economista inglês John Maynard Keines, que defendia a ação do estado na economia com o objetivo de atingir o pleno emprego) foi testado ao máximo. Só para vocês terem uma ideia, era possível sem muita comprovação de renda ou documentação, conseguir crédito para comprar diversas casas muito bem em muitas parcelas. O Resultado? As pessoas compravam casas e depois alugavam estas casas para outras pessoas, que alugavam para outras. Tinha até cachorro como locador de várias casas. Tudo parcelado em suaves prestações em juros compostos, expostas as variantes do mercado. Os corretores? Felizes e esbanjando as fartas comissões, facilitando o crédito o máximo possível. E os bancos? Vendendo em um sistema de alavancagem global, seguros atrelados à dívida pública (como se diz em Wall Street: Muito bom). Afinal, quem vai deixar de pagar a hipoteca? Um belo dia os juros chegaram, as pessoas ficaram sem emprego, o que expôs todo o sistema fraudulento e a bolha imobiliária estourou, levando milhões a miséria. O que ocasionou o maior resgate estatal da história (Lembre-se, quem paga a conta são os contribuintes). Como falei, toda está brincadeira estava alavancada em nível mundial e com isto, a bolha levou a maior parte dos mercados do mundo, também ao colapso. Mas afinal, por que contei está história? Contei por que todos os dados referentes à economia americana atualmente, mostram um novo ciclo de retração da economia (Escola Austríaca de Economia sobre os ciclos e crises econômicas: https://www.youtube.com/watch?v=qAjXH96IBmk). A elevação da taxa de juros vista neste ano de 2017 é literalmente só a ponta do iceberg. Hoje a dívida americana superou os $ 20 trilhões de dólares (que equivalem a mais de 105% do PIB americano). Hoje eles possuem um déficit de $ 600 bilhões por ano. Isto sem citar Obamacare e os fundos estudantis falidos. Lembra lá de 2008? Então, o governo fez um mega resgate bancário com o dinheiro dos contribuintes (Imprimiu mais dinheiro através do processo de reservada fracionaria), injetando ainda mais dinheiro na economia, aumentou a dívida e estagnou os salários, ou seja, hoje a dívida além de ser muito maior que em 2008 ($ 13 trilhões de dólares), segurar um aumento dos juros com o intuito de controlar a inflação se tornou impossível. Se os salários não estão crescendo, como pagar a conta destes juros? Aliás, como bancar todo este déficit acumulado? A base para o caos é a mesma de 2008, só que muito pior e mais diversificada. Por fim, temos um catalisador importante de tudo isto. Um conflito em nível global. Sim, ele pode e provavelmente vai acontecer. Está sendo moldado há meses já e bem, isto basicamente pode catalisar e tornar exposto, todos estes pontos que apontei e de uma forma extremamente danosa a economia mundial. O colapso do sistema financeiro está para acontecer, mas fiquem calmos pessoal, temos Bitcoin e Ethereum.
Fraquezas * Pontos fracos As Fraquezas são também elementos internos à empresa, sob o controle, mas que trazem algum tipo de malefício ou desvantagem para o negócio. Analisando no sentido interno, o principal ponto que pode influenciar para que todo o modelo de negócio e toda a visão e planejamento em torno dele não funcione, não dê certo. Seria eu estar errado. Se todas as minhas analises em relação ao que é a tecnologia blockchain estiverem erradas, caso o Bitcoin seja realmente como diz o mainstream: Uma bolha. Ou mesmo se a mineração se provar um negócio ineficiente por quaisquer motivos. Provavelmente tudo que planejamos não dará certo, ficando evidente provavelmente já nos primeiros meses as falhas e prejuízos. Outro ponto importante de se destacar é a possibilidade de o modelo de negócios, nos moldes em que será apresentado, não cativar os investidores no sentido destes, não acharem viável e lucrativo investir no negócio. Caso isto se torne realidade, teremos grandes problemas em estruturar o projeto e torna-lo rentável. O que pode inclusive, inviabilizar sua execução ou trazer problemas de liquidez no futuro. Principalmente durante o período de 2017- 2019, onde estaremos iniciando nossas operações e estruturando o negócio, seja em relação à compra de equipamentos, poder de mineração e divisão de lucros; a estabilidade financeira será fundamental. Neste ponto, caso tenhamos no período, ocorrências de emergências com investidores da EXL Capital, poderemos ter primeiramente um problema de logística, com o alto fluxo de recursos saindo do caixa. Na sequência, de liquidez, no sentido de que teremos que arcar com taxas mais elevadas em um caso de saque emergencial (Em momentos de estresse no mercado) o que pode inclusive inviabilizar a consolidação do Ether Project já que todo estudo é baseado em uma determinada quantidade de investimento inicial escalonado. Isto por que os recursos hoje em posse da EXL Capital serão a base financeira para consolidação do Ether Project. À medida que ocorram saques de grandes proporções, não teremos mais estes recursos em nosso domínio em um momento critico. Conforme o escopo operacional, teremos uma divisão de funções e responsabilidades muito específica. Com isto, em partes estaremos também, ampliando a margem de erros, mais expostos aos riscos por assim dizer. Já que individualmente, cada um de nós pode cometer erros em suas funções, ou mesmo, agir de má fé em relação ao negócio. Ocorrências em que lançamentos forem efetuados indevidamente no Zero Paper (Nosso sistema de Gestão ERP) ou mesmo uma determinada ação que seja feita com imperícia, negligência ou má fé; pode causar danos financeiros e/ou estruturais ao negócio e estes são ampliados à medida que existem mais pessoas envolvidas no processo. Entende-se por imperícia a falta de habilidade ou experiência reputada necessária para a realização de certas atividades. Negligencia: falta de cuidado, de atenção; desleixo, e desinteresse na execução do ato. Assim como má fé: ação maldosa, conscientemente praticada, com o intuito de se beneficiar em prejuízo de outrem. Por fim, ainda avaliando o projeto em etapa de estruturação, uma ocorrência onde algum dos membros da equipe gestora (CEO, CFO e Equipe operacional), sobretudo; em que haja um acidente, um mal estar elevado ou mesmo o óbito, pode afetar o projeto de forma catastrófica. Seja por uma necessidade de resgate emergencial por parte dos investidores, que conforme apontado acima, neste ponto de estruturação se faz fundamental a estabilidade financeira; seja pela ausência em suas funções (membros da equipe gestora), por longos períodos em decorrência de problemas de saúde, o que pode comprometer o operacional do projeto.
Ameaças* Pontos fracos Ameaças são situações externas à empresa, aos quais não há controle direto, e que podem afetar negativamente no negócio. Agora analisando o cenário externo, na mesma linha de raciocínio aplicada na análise de nossas fraquezas, temos como principal ameaça o caso de todos os economistas, especialistas em investimentos, em tecnologia e acadêmicos que hoje são entusiastas do mundo cripto, estarem errados. Se por quaisquer motivos suas análises estiverem incorretas ou forem de má fé, muito provavelmente toda a base que fundamenta a superioridade destas tecnologias em relação às atuais estará comprometida, se provará sem sentido e, portanto, não obteremos sucesso em nossos negócios. (Análise pessimista: https://www.youtube.com/watch?v=jGFSPAoHkBc). Neste sentido, segundo análises de investidores mais pessimistas, o blockchain veio para ficar. Como tecnologia é algo impossível de deter no sentido de expansão da aplicabilidade da tecnologia e realmente é algo muito bom, contudo, já seu uso em criptomoedas, estes já não são tão confiantes. A base argumentativa é de que o Bitcoin, por exemplo, (Serve para as demais Altcoins) não possui valor agregado suficiente para determinar o seu preço atual, além de segundo estes, “acreditar que as criptomoedas vão substituir o sistema financeiro atual não passa de um sonho”. A vertiginosa subida dos valores não seria, portanto, embasada em fundamentos o que por sua vez, irá levar ao colapso de seus preços, assustando investidores e dando fim ao império do Bitcoin. Outro ponto externo que pode influenciar sensivelmente o projeto é a ocorrência de algum desastre envolvendo as mineradoras onde efetuamos algum tipo de investimento. Este desastre poderia ocorrer devido ao fechamento da mineradora, queda vertiginosa do nível de produção da cloudminer, a mineradora se provar um esquema de pirâmide e seu site sair do ar, ou mesmo um conflito em larga escala que pode influenciar nas farms da mineradora em questão, como pode ocorrer, por exemplo, com a EOBOT que possui grande parte de suas fazendas de mineração na China. Um cisne negro é um evento imprevisível, impactante e que pode abalar as bases de quase tudo sobre o mundo. A lógica neste sentido, vale tanto positivamente quanto negativamente em relação ao nosso projeto. Caso aconteça algum evento nos próximos anos de grande magnitude, poderemos ter uma grande desvalorização de nossos ativos, aumento da dificuldade de mineração (Por exemplo, em caso de um conflito de larga escala onde muitos países “fechariam” suas internets impactando na dificuldade de mineração) ou mesmo algum tipo de regulamentação que seja negativa aos negócios. Neste sentido, poderíamos ver tanto uma grande variação positiva, quanto negativa. Outra ocorrência que temos que já de pronto nos preparar é no sentido de segurança. Hackers poderiam “em tese”, roubar ativos da EXL Capital através de infecção dos equipamentos que possuem dados de acesso às contas, assim como Whallets com plataforma em nuvem podem ter problemas de segurança e haver um roubo ou vazamento de informações. O mesmo também pode se tornar realidade fisicamente, ou seja, é possível que um ladrão roube ativos de Whallets físicas, sequestre ou coaja um dos investidores a fim de angariar informações que possam levá-lo a obter formas de roubar ativos ou coisas do tipo. Também é necessária atenção especial em relação a Antivírus, backup de informações, descentralização de acessos a fim de ter redundância e segurança ampliada já que, além daquilo apontado acima, equipamentos podem apresentar problemas técnicos de outras ordens que poderiam causar perda de informações ou de ativos. Todavia, ainda temos que avaliar constantemente a viabilidade do negócio no sentido de custo benefício. Ou seja, simplesmente se o negócio é lucrativo. Já que gradativamente os equipamentos depreciam sua capacidade de produção em relação à dificuldade de mineração, sendo assim, com o passar do tempo à mineração tem dificuldade ampliada, causando desgaste no nível de lucratividade em relação ao investimento inicial. Adaptar o modelo em POW ou POS é fundamental. Caso por quaisquer motivos o nível de dificuldade aumente sensivelmente, teremos problemas de produção e por consequência, de lucratividade, o que pode inviabilizar a continuidade das minerações. Isto pode acontecer inclusive, em decorrência das grandes mineradoras que monopolizam o negócio e conseguem por uma questão de demanda e por comprarem hardwares no atacado, uma produção muito maior (Em relação a custo vs beneficio) que pequenos investidores em relação aos valores investidos. Ações a serem feitas para potencializar o negócio O principal fator para o sucesso de um negócio é o fator humano. Nesta linha de raciocínio, temos uma boa equipe no sentido de expertise (conforme apontado acima) e que está, nutri um laço de confiança fundamental para estruturação do negócio em relação à oportunidade de mercado apresentada. Aproveitar a boa equipe, ampliar o laço de confiança, amplificar os conhecimentos no negócio de forma específica, buscar estabilidade financeira em todos os sentidos possíveis e, sobretudo, desenvolver formas de ampliar a visão do investidor sobre o negócio, cativá-lo e muní-lo de informação; é nossa missão fundamental. Isto serve de base para todas as demais ações que viermos a efetuar. Operacionalmente iremos adaptar, corrigir e melhorar no passar dos meses, o nosso escopo operacional, deixando este o mais simples possível no sentido de execução. O mais rentável possível no sentido de escolher os melhores ativos a minerar ou comprar, através de análises e acompanhamentos, diversificar investimentos, adaptar e ampliar formas de captação de criptomoedas (Site, Faucets, Bônus e afins), efetuar a compra nos pontos estratégicos e acompanhar constantemente os níveis de produção, afim de sempre reduzir custos e aumentar produtividade. Aproveitando sempre também, a volatilidade do mercado. Em relação à questão financeira, o foco principal da EXL Capital nos próximos 24 meses é estruturar o negócio. Por este motivo, a estabilidade financeira será perseguida como meta fundamental. Evitar saques, escolher os melhores fornecedores com as melhores taxas possíveis, efetuar uma gestão administrativa responsável e proativa, capitalizar e investir em equipamentos para nos dar margem de produção, capital de giro e estruturação do capital próprio da empresa. Para tanto, o CEO e o CFO irão constantemente buscar ferramentas e procedimentos (juntamente com a área operacional e de auditoria), que estrategicamente nos auxilie em relação a está meta. Conforme já apontado, o nosso principal desafio na verdade, é em relação a nossas próprias convicções. O maior desafio e ponto de oportunidade da EXL Capital é na verdade a consolidação daquilo que acreditamos e analisamos, na realidade, nos próximos anos. Caso isto se configure como algo real, o negócio será bem sucedido se bem administrado. Provado que tais fundamentos não possuem base e que os pessimistas estão certos, teremos muitos problemas. Só o tempo nos dirá. Contudo, podemos nos preparar. E devemos, portanto, acompanhar constantemente a evolução do mercado, validar as informações sobre a tecnologia, acompanhar a capitalização, segurança de nossos ativos e informações de forma geral; potencial daquilo que é desenvolvido em Cripto, diversificar, criar rotinas de acompanhamento de risco, de gestão eficiente, de alocação de recursos e tomar as melhores decisões possíveis dentro daquilo que a realidade nos ofertar. Mesmo que a melhor decisão seja por ventura, encerrar as operações. Se aprendi algo em relação a investimentos é que a confiança das pessoas determina o preço das coisas e que não existe e nem nunca vai existir, nenhum bom investimento em que você tenha a certeza de que ele é bom antes dele se valorizar. No momento em que há esta certeza, já não há mais a oportunidade, já aconteceu. O que deixa um investidor na frente em relação ao mercado é como ele equilibra a sua ação ao efetuar um investimento, o seu instinto, o seu estômago de se expor ao risco, mas o quão conservador ele é também, em relação ao gerenciamento deste risco. Ou seja, é fundamentalmente necessário ser corajoso, mas ao mesmo tempo, ser responsável e racional. Sem estes elementos, não há como ter sucesso em um investimento. Muita gente quando falo hoje em criptomoedas, já vê em mim um faraó (Alguém que vai influenciar a pessoa a fazer parte de algum esquema de pirâmide financeira) ou então, enxergam em criptomoedas, uma nova bolha. Claro que a desinformação e pessimismo ajudam nesta visão, principalmente em um mundo onde as pessoas majoritariamente se aproveitam umas das outras. O tempo irá mudar e é fundamental escrever tudo isto, passar para o papel uma ideia, antes que a realidade exponha quem afinal tem razão. Por este motivo, muitas pessoas não enxergam alguns pontos fundamentais de oportunidade em relação a ter criptomoedas e gostaria de expor três pontos importantes, inclusive para desmistificar um pouco a visão sobre o mercado financeiro: 1) A moeda é realmente sua, propriedade sua. 2) A rede financeira das criptomoedas não é controlada por um governo ou empresa privada. 3) É possível armazenamento da moeda de forma independente e muito mais segura que no sistema financeiro fiduciário.É muito importante que as pessoas entendam. Legalmente, o seu dinheiro quando está no banco não é seu, é do banco. Isto pode parecer bobo, mas não é. O que me impede de ir ao banco e pegar o meu dinheiro? Basicamente, o banco pode em certas circunstâncias simplesmente não te dar este dinheiro por que a partir do momento em que você deposita um dinheiro no banco, o banco deve este dinheiro a você, mas a propriedade do dinheiro já não é mais sua. Nada garante que ele lhe devolva isto. É diferente do caso de você deixar seu carro em um estacionamento, ali você está só usando o espaço, mas o carro continua sob sua propriedade. Com relação a dinheiro, é como se você ao depositar uma quantia, troca-se a propriedade do seu carro para o estacionamento e o estacionamento dissesse que só vai te devolver o seu carro se eles quiserem; se o estacionamento (banco) decidir que por determinadas circunstâncias não irá devolver o seu dinheiro, você não pode fazer absolutamente nada. E isto ocorre de tempos em tempos, principalmente diante de situações de crises econômicas, hiperinflação ou falência de bancos. Legalmente o dinheiro é propriedade do banco, devida a você. E por que depositar o seu dinheiro em um banco então? Primeiro que existem leis que tentam a todo custo, levar o seu dinheiro pro banco, em certos lugares na Europa, por exemplo, é proibido comprar coisas em dinheiro vivo depois de uma certa quantia. Em segundo lugar temos a inflação que corrompe o valor do dinheiro constantemente, se você deixar o seu dinheiro fora do banco por um bom tempo, ele será corroído automaticamente pela inflação. O Bitcoin para exemplificar o argumento, basicamente é um arquivo de dados extremamente seguro e inviolável, ou seja, não dá para falsificar um Bitcoin. E basicamente, o Bitcoin é seu, você pode armazená-lo e transportá-lo onde quiser sem ter que entregar a custódia. Isto se torna fundamental, por exemplo, na Venezuela ou Zimbábue onde há hiperinflação, crise econômica e controle governamental sobre as finanças das pessoas, as criptomoedas se tornam um ativo fundamental, literalmente, em questão de sobrevivência. (A segurança do Bitcoin pela força computacional https://www.youtube.com/watch?v=_dYXmqlzqg4&feature=youtu.be ). Temos que depositar nosso dinheiro no banco pelas razões que apresentei e simplesmente por que existem poderes centralizadores que controlam o dinheiro e claro, a emissão do dinheiro fiduciário. À medida que existem interesses privados que determinam isto, nada os impede de se beneficiarem, quem perde? Quem tem dinheiro no banco basicamente (Por que o Bitcoin é revolucionário: https://www.youtube.com/watch?v=fKFrVbVIggs ). Desde fundos de pensão até aquele que recebeu ontem o seu salário. Isto por que a cada dia que passa, mais dinheiro é impresso pelos bancos para financiar os seus próprios interesses e pagar suas contas malucas, o que desvaloriza o dinheiro das pessoas comuns, uma espécie de imposto oculto chamado inflação. (Venezuelanos começam a pesar dinheiro em vez de contar notas. Fonte UOL). Quando você tem uma moeda que não é criada por um grupo específico e sim administrada em questão de tecnologia, por um grupo descentralizado que tem o interesse de proteger o valor dela, significa que mais dela não será criada (O Bitcoin, por exemplo, possui uma replicação matemática da escassez do ouro, ou seja, é matematicamente e sistematicamente impossível criar mais do que 21 milhões de BTC, este será o numero máximo de Bitcoins que irão existir em toda a história: https://www.youtube.com/ assistir? v = 2JO7kyjtQh0). Como a moeda digital fica em sua propriedade, independente de governos ou corporações, você pode proteger melhor suas moedas, elas não podem ser facilmente confiscadas seja por banco ou mesmo pelo governo. Claro, você poderia ser roubado e extorquido em tese, mas a facilidade de locomoção, de alocação e de proteger o seu patrimônio é muito maior do que o sistema atual. O que é necessário para aplicarmos nosso plano de negócios com excelência? Pés no chão. Disciplina, muito estudo e dedicação no intuito de validar e revalidar tudo o que foi apontado aqui. É necessário conhecermos cada dia mais está tecnologia, sermos especialistas em blockchain, acompanhar todos os desenrolares da economia, política e principalmente, das contas públicas. Claro que podemos estar totalmente errados, só que quem disser isto, terá que explicar como tudo que eu disse não vai acontecer. No futuro quem sabe, a EXL irá desenvolver seu próprio sistema na Bitnation, funcionando de forma descentralizada. Não só uma empresa que investe no futuro, uma empresa do futuro. Erik Rodrigues Rosa Ferreira
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